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Lateral se reuniu com a diretoria e foi absolvido por declarações fortes

O Santos optou pela diplomacia para resolver o episódio envolvendo o lateral-esquerdo Léo, que criticou a demora da diretoria em concluir a renovação do meia Ganso. Depois de uma reunião envolvendo jogador e dirigentes, como o vice-presidente Odílio Rodrigues, o veterano veio a público por meio de um comunicado e, mais tarde, em uma coletiva de imprensa, pedindo desculpas por suas atitudes.

Léo acabou não recebendo nenhuma punição. Pelo contrário, foi informado de detalhes da situação do camisa 10, o que fez com que ele diminuísse consideravelmente o tom da crítica.

"Eu não estou aqui a pedido de ninguém. Vim de livre e espontânea vontade. A maneira como eu falei as coisas não foi correta. Minha maior preocupação não foi com esse ou aquele, mas com o clube. Eu nunca tive problema com ninguém aqui no Santos. Jamais atacaria a direção ou o grupo gestor", afirmou.

"Eles poderiam ter rescindido o meu contrato, mas preferiram me aprofundar em torno de muita coisa que eu não estava sabendo. Agora eu estou sabendo um pouco mais a fundo o que está acontecendo. Eu também coloquei as minhas ideias, além de ter assumido a responsabilidade pelo que eu disse. Deixei claro para a direção que eles podem fazer o que quiserem. Fico feliz com a atitude deles e envergonhado com a minha."

No fim, o jogador colocou panos quentes sobre o assunto e encerrou a discussão de vez.

"Na minha declaração não houve mentira. Eu coloquei para fora o que eu estava sentindo naquele momento. Só que hoje, no Brasil, não se pode mais fazer isso. Mas conversando com o grupo gestor e com a diretoria, está tudo resolvido. Isso (situação de Paulo Henrique Ganso) não é um problema meu e o assunto está encerrado", concluiu.

Fonte: Gazeta Esportiva

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