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Treinador admite divergências com a diretoria, mas diminuiu hipótese de saída

O clima entre a diretoria do São Paulo, e no vestiário, não é dos melhores, mas isso pouco muda para o técnico Émerson Leão. Na entrevista coletiva desta terça-feira, ele negou uma informação do Globoesporte de que estaria forçando sua saída do Morumbi.

"Não adianta ficar falando pela imprensa. Eu me exponho aqui e não preciso estar atrás de nenhuma penumbra. O mais importante é o que o torcedor sabe o que está acontecendo. O amor no trabalho é importante, a paz é melhor ainda, mas a covardia não. Volto a dizer, nada me prende aqui, o São Paulo não me deve nada e eu não devo nada ao São Paulo", declarou.

"Ideal nunca é (trabalhar sob pressão). Eu tenho confiança no meu trabalho. Fofoca, inclusive, rende novela. O clima que todos falam não está dentro do gramado. Treinamos bem, com sorriso, nossa rotina não mudou. Esse tal clima não está dentro das nossas cabeças. O jogador sabe que entra em campo para ajudar a si próprio e, quando isso acontece, leva torcedor, dirigentes e todos que trabalham no clube juntos."

Para Leão, é normal que existam discordâncias com a alta cúpula do clube.

"Tem certas coisas com as quais você não concorda em um ambiente de trabalho. Isso vale para qualquer pessoa. Como se resolve isso? Com o diálogo franco. E, para isso, existem várias salas. O meu tanque não tem limite. Mas isso desde que não me incomode, desde que não ocorra nenhuma violação, o que ainda não ocorreu", arrematou.

Na quarta-feira, o São Paulo vai a Goiás para tentar garantir vaga nas semi-finais da Copa do Brasil. O jogo de ida terminou em 2 a 0 a favor dos paulistas.

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