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Léo Moura fala sobre a vida no Flamengo
Em entrevista ao Lance!Net, ala comentou sobre a crise de 2012, Ronaldinho, Luxemburgo e suas motivações
André Portugal/VIPCOMM
A instabilidade que vive o Flamengo pode assustar os atletas mais inexperientes, mas não o lateral Léo Moura. Em entrevista ao Lance!Net, o jogador falou sobre o início de ano inesperado no clube. Ele diz, porém, que os fatores externos não influenciam dentro de campo.
"Alguns jogadores que vieram de fora se assustaram um pouco. Eu sei que no Flamengo de uma faísca se faz um fogaréu. Mas eu tenho plena consciência de que isso é só um momento. Vai passar. Flamengo é assim mesmo. Essas coisas não me abalam mais", garante.
"Desde quando a Patricia assumiu, não me lembro de ficar um mês com o salário atrasado. Às vezes ficam dois dias, três dias, normal. Muitas coisas se falam que não são verdades. [...] Futebol tem que ser assim, organizado, para não deixar influenciar dentro de campo. Por isso que o grupo é especial, porque sabe separar as coisas."
Para o ala, o técnico Vanderlei Luxemburgo foi bem sucedido em sua passagem.
"Eu acho que ele deu certo. Foi campeão invicto, colocou nosso time na Libertadores. Lógico que em alguns momentos a convivência não é mais a mesma. E as coisas fora de campo caem sobre o técnico. É normal que tenha desgaste. Acho que isso fez ele cair."
Há quase um ano, o grupo de rubro-negros convive com Ronaldinho, que se tornou uma das lideranças da equipe, apesar dos 'benefícios' que tem em relação aos demais. Para Leonardo, não é motivo para causar insatisfações entre os companheiros.
"Nós sabemos que é normal craque ter algumas regalias. Eu não tenho nenhum problema e nunca tive. E o grupo sabe que alguma coisa ou outra acontece, como acontecia com o Adriano, mas ali dentro de campo o cara resolve. Com o Romário, a mesma coisa. E o Ronaldinho resolve. Não que a gente vai deixar que isso vire uma bagunça. Tudo tem o seu limite. É importante a gente ver que o cara está disposto em ajudar o grupo e isso tem acontecido."
Em boa forma nesse início de ano, o camisa 2 comemora a melhora no momento da equipe, e a volta do chefe Joel Santana. O atleta conta, porém, qual sua verdadeira motivação para buscar as vitórias.
"Eu tenho uma família que depende de mim. Cada dia eu tenho de estar mais motivado, treinar mais forte para que as coisas possam acontecer e lá na frente eu possa tirar proveito disso. Jogar no Flamengo é motivação. Sou torcedor desde pequeno e tenho de estar a cada dia motivado para render bem. Não só no treinamento, mas nos jogos também", arrematou.
Como se atualizar com as notícias do futebol mundial fora de casa? Com http://m.goal.com - sua melhor fonte de cobertura para celulares do futebol.
"Alguns jogadores que vieram de fora se assustaram um pouco. Eu sei que no Flamengo de uma faísca se faz um fogaréu. Mas eu tenho plena consciência de que isso é só um momento. Vai passar. Flamengo é assim mesmo. Essas coisas não me abalam mais", garante.
"Desde quando a Patricia assumiu, não me lembro de ficar um mês com o salário atrasado. Às vezes ficam dois dias, três dias, normal. Muitas coisas se falam que não são verdades. [...] Futebol tem que ser assim, organizado, para não deixar influenciar dentro de campo. Por isso que o grupo é especial, porque sabe separar as coisas."
Para o ala, o técnico Vanderlei Luxemburgo foi bem sucedido em sua passagem.
"Eu acho que ele deu certo. Foi campeão invicto, colocou nosso time na Libertadores. Lógico que em alguns momentos a convivência não é mais a mesma. E as coisas fora de campo caem sobre o técnico. É normal que tenha desgaste. Acho que isso fez ele cair."
Há quase um ano, o grupo de rubro-negros convive com Ronaldinho, que se tornou uma das lideranças da equipe, apesar dos 'benefícios' que tem em relação aos demais. Para Leonardo, não é motivo para causar insatisfações entre os companheiros.
"Nós sabemos que é normal craque ter algumas regalias. Eu não tenho nenhum problema e nunca tive. E o grupo sabe que alguma coisa ou outra acontece, como acontecia com o Adriano, mas ali dentro de campo o cara resolve. Com o Romário, a mesma coisa. E o Ronaldinho resolve. Não que a gente vai deixar que isso vire uma bagunça. Tudo tem o seu limite. É importante a gente ver que o cara está disposto em ajudar o grupo e isso tem acontecido."
Em boa forma nesse início de ano, o camisa 2 comemora a melhora no momento da equipe, e a volta do chefe Joel Santana. O atleta conta, porém, qual sua verdadeira motivação para buscar as vitórias.
"Eu tenho uma família que depende de mim. Cada dia eu tenho de estar mais motivado, treinar mais forte para que as coisas possam acontecer e lá na frente eu possa tirar proveito disso. Jogar no Flamengo é motivação. Sou torcedor desde pequeno e tenho de estar a cada dia motivado para render bem. Não só no treinamento, mas nos jogos também", arrematou.
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