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Internacional: o encaixe de Dátolo
Goal.com analisa onde o meia pode se encaixar no Colorado de Dorival Júnior
Por Fernando Cardoso
Divulgação
Com uma estreia prematura logo em um Grenal, o argentino Jesus Dátolo já protagonizou um dos gols marcados pelo Colorado no clássico diante do seu maior rival, mostrando que pode ter um espaço reservado na equipe de Dorival Júnior.
E Goal.com analisa onde o meia pode se encaixar no Internacional que iniciará sua disputa na Libertadores nessa semana.
No lugar de quem?
A primeira questão que deve vir na cabeça do torcedor do Inter é no lugar de quem Dorival utilizaria Dátolo. Aparentemente, a questão parece mais simples de se responder do que parece, já que considerando as saídas de Andrezinho e Zé Roberto, o treinador colorado perdeu algumas das suas principais opções táticas com relação à equipe do ano passado.
Assim, como alternativas nesse início de temporada, Dorival terá para escalar além de Dátolo, os já conhecidos D’Alessandro, Oscar, João Paulo e o recém-contratado Marcos Aurélio como opções ofensivas para o seu meio-campo.
Se optar por dois meias de armação, junto de dois volantes, como vem sendo feito usualmente, o técnico do Inter poderá promover a entrada do argentino no lugar de Oscar, que continua oscilando entre boas e más atuações. Outra alternativa que pode ser utilizada são os três meias, distribuídos em linha antes do atacante de referência. Assim, teríamos um trio ofensivo com Dátolo, Oscar/Marcos Aurélio/João Paulo e D’Alessandro, escalando os meias da esquerda para direita.
Em qual função?
Antes da sua vinda para o clube gaúcho, Dátolo chegou a ser especulado como o substituto de D’Alessandro. Mas o próprio Dorival Júnior, sabiamente, tratou de desmentir essa afirmação, reiterando que os argentinos não possuiam as mesmas características.
Dátolo é tido como um meia-ala, enquanto D’Ale tem mais a função de um camisa 10 nato, distribuíndo o jogo, mesmo quando atua pelos lados do campo. Outra característica ressaltada por Dorival, e utilizada por ele nesse último domingo, é a possibilidade de escalar Dátolo como terceiro homem de meio campo.
Assim, o Internacional poderia variar entre três esquemas: o 4-4-2 em linha, com os argentinos nas pontas, um 4-4-2 em losângulo no meio, com Dátolo ocupando o vértice esquerdo do losango, e por fim, um 4-2-3-1 ou um 4-3-2-1, novamente com o ex-Boca ocupando o lado esquerdo do meio-campo.
Vantagens para o Inter
A primeira e mais evidente é um leque maior de possibilidades que se abre para o técnico Dorival Júnior, como comentado acima. Novas alternativas táticas e reposições de qualidade sempre são bem-vindas em um clube que disputa competições simultâneas.
Outra vantagem é a experiência do meia, que mesmo não atuando com regularidade por conta de lesões sucessivas, já conta com passagens por três clubes europeus – Napoli, Olympiakos e Espanyol. Além disso, Dátolo foi campeão da Libertadores em 2007 com o Boca Juniors, como um dos referenciais técnicos da equipe xeneize naquele ano.
E a última vantagem das que elencamos de forma breve por aqui é a boa movimentação promovida pela entrada do argentino na equipe, além da chegada na área e os chutes de longa distância. Característica já vista no último Grenal e um tanto esquecida na equipe colorada com a saída de Andrezinho para o Botafogo.
Como se atualizar com as notícias do futebol mundial fora de casa? Com http://m.goal.com - sua melhor fonte de cobertura para celulares do futebol.
E Goal.com analisa onde o meia pode se encaixar no Internacional que iniciará sua disputa na Libertadores nessa semana.
No lugar de quem?
A primeira questão que deve vir na cabeça do torcedor do Inter é no lugar de quem Dorival utilizaria Dátolo. Aparentemente, a questão parece mais simples de se responder do que parece, já que considerando as saídas de Andrezinho e Zé Roberto, o treinador colorado perdeu algumas das suas principais opções táticas com relação à equipe do ano passado.

Assim, como alternativas nesse início de temporada, Dorival terá para escalar além de Dátolo, os já conhecidos D’Alessandro, Oscar, João Paulo e o recém-contratado Marcos Aurélio como opções ofensivas para o seu meio-campo.
Se optar por dois meias de armação, junto de dois volantes, como vem sendo feito usualmente, o técnico do Inter poderá promover a entrada do argentino no lugar de Oscar, que continua oscilando entre boas e más atuações. Outra alternativa que pode ser utilizada são os três meias, distribuídos em linha antes do atacante de referência. Assim, teríamos um trio ofensivo com Dátolo, Oscar/Marcos Aurélio/João Paulo e D’Alessandro, escalando os meias da esquerda para direita.
Em qual função?
Antes da sua vinda para o clube gaúcho, Dátolo chegou a ser especulado como o substituto de D’Alessandro. Mas o próprio Dorival Júnior, sabiamente, tratou de desmentir essa afirmação, reiterando que os argentinos não possuiam as mesmas características.
Dátolo é tido como um meia-ala, enquanto D’Ale tem mais a função de um camisa 10 nato, distribuíndo o jogo, mesmo quando atua pelos lados do campo. Outra característica ressaltada por Dorival, e utilizada por ele nesse último domingo, é a possibilidade de escalar Dátolo como terceiro homem de meio campo. Assim, o Internacional poderia variar entre três esquemas: o 4-4-2 em linha, com os argentinos nas pontas, um 4-4-2 em losângulo no meio, com Dátolo ocupando o vértice esquerdo do losango, e por fim, um 4-2-3-1 ou um 4-3-2-1, novamente com o ex-Boca ocupando o lado esquerdo do meio-campo.
Vantagens para o Inter
A primeira e mais evidente é um leque maior de possibilidades que se abre para o técnico Dorival Júnior, como comentado acima. Novas alternativas táticas e reposições de qualidade sempre são bem-vindas em um clube que disputa competições simultâneas.
Outra vantagem é a experiência do meia, que mesmo não atuando com regularidade por conta de lesões sucessivas, já conta com passagens por três clubes europeus – Napoli, Olympiakos e Espanyol. Além disso, Dátolo foi campeão da Libertadores em 2007 com o Boca Juniors, como um dos referenciais técnicos da equipe xeneize naquele ano.
E a última vantagem das que elencamos de forma breve por aqui é a boa movimentação promovida pela entrada do argentino na equipe, além da chegada na área e os chutes de longa distância. Característica já vista no último Grenal e um tanto esquecida na equipe colorada com a saída de Andrezinho para o Botafogo.

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