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Caio Júnior reclama da insegurança dos treinadores
Comandante gremista falou sobre a situação de instabilidade vivida na profissão
Divulgação
Com apenas uma vitória em três jogos, o técnico Caio Júnior começa a ser questionado por resultados melhores no Grêmio. Contudo, o treinador não considera seu cargo ameaçado e acredita que os questionamentos provenham da cultura do futebol brasileiro, que pressiona os treinadores.
"Meu trabalho sempre terá tranquilidade. Se não tiver, não trabalharei. Minha carreira aponta passagens longas pelos clubes. Só saí prematuramente quando tive propostas melhores. Do Goiás fui para o Flamengo e no Japão fui para o Qatar", disse Caio Júnior em declarações veiculadas pelo site Uol.
"A avaliação é da direção. O futebol evolui nessas questões culturais, nessa coisa de momento. Não adianta. Isso não é trabalho. O trabalho é longo prazo e com sequência. Sei que a direção acredita em mim. Caso contrário não teria me contratado. Tenho certeza que vou ter esta sequência", completou.
Caio Júnior também disse que não se sente surpreso pelos questionamentos que surgem com apenas três rodadas do estadual, e revelou que pretende lutar por uma maior valorização dos treinadores, pois considera que há uma desunião entre eles e uma instabilidade muito grande na profissão.
"Não entendo este tipo de pergunta [sobre pressão e queda] em três jogos. Mas quando vemos um Estado que trocou três treinadores em três rodadas [Até agora três técnicos já caíram no Gauchão] passo a entender", disse.
"Fizemos uma reunião com a Federação Gaúcha de Futebol exatamente com objetivo de unir os treinadores. Precisamos dessa união maior. É uma profissão desvalorizada. Não no aspecto financeiro, mas a maioria não tem a mínima segurança. Nem contrato alguns deles têm. Fiquei impressionado, nenhum tipo de garantia", revelou o comandante gremista.
"Temos que levantar esta questão. Somos pessoas que não significam nada para o futebol? O treinador tem que ser respeitado. Eu disse para o Dorival [Júnior, técnico do Inter], que o que eu puder fazer, farei pela classe", finalizou Caio Júnior.
Como se atualizar com as notícias do futebol mundial fora de casa? Com http://m.goal.com - sua melhor fonte de cobertura para celulares do futebol.
"Meu trabalho sempre terá tranquilidade. Se não tiver, não trabalharei. Minha carreira aponta passagens longas pelos clubes. Só saí prematuramente quando tive propostas melhores. Do Goiás fui para o Flamengo e no Japão fui para o Qatar", disse Caio Júnior em declarações veiculadas pelo site Uol.
"A avaliação é da direção. O futebol evolui nessas questões culturais, nessa coisa de momento. Não adianta. Isso não é trabalho. O trabalho é longo prazo e com sequência. Sei que a direção acredita em mim. Caso contrário não teria me contratado. Tenho certeza que vou ter esta sequência", completou.
Caio Júnior também disse que não se sente surpreso pelos questionamentos que surgem com apenas três rodadas do estadual, e revelou que pretende lutar por uma maior valorização dos treinadores, pois considera que há uma desunião entre eles e uma instabilidade muito grande na profissão.
"Não entendo este tipo de pergunta [sobre pressão e queda] em três jogos. Mas quando vemos um Estado que trocou três treinadores em três rodadas [Até agora três técnicos já caíram no Gauchão] passo a entender", disse.
"Fizemos uma reunião com a Federação Gaúcha de Futebol exatamente com objetivo de unir os treinadores. Precisamos dessa união maior. É uma profissão desvalorizada. Não no aspecto financeiro, mas a maioria não tem a mínima segurança. Nem contrato alguns deles têm. Fiquei impressionado, nenhum tipo de garantia", revelou o comandante gremista.
"Temos que levantar esta questão. Somos pessoas que não significam nada para o futebol? O treinador tem que ser respeitado. Eu disse para o Dorival [Júnior, técnico do Inter], que o que eu puder fazer, farei pela classe", finalizou Caio Júnior.
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