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Roberto Carlos: "Vou parar neste ano"
Jogador falou sobre sua relação com o Anzhi e disse que continuará trabalhando pelo clube quando parar de jogar
Getty
O lateral Roberto Carlos, do Anzhi, concedeu uma longa entrevista ao site Globoesporte e confirmou que se aposentará ainda em 2012, só não sabe se será em junho ou dezembro. Confira as principais declarações do lateral na entrevista:
Aposentadoria: "Vou parar neste ano. Vai ser em junho ou em dezembro. Ainda não decidi a data exata, mas será neste ano. Tenho contrato de cinco anos no papel, mas vamos fazer um contrato vitalício. O contrato, inclusive, já está pronto, mas ainda não está assinado. Quando parar de jogar, vou continuar trabalhando e ajudando o clube".
Sondando no Brasil: "Ainda estamos esperando para ver as melhores opções. O problema é que a Federação Russa não libera mais de seis estrangeiros por clube. Vamos ver o que a gente consegue. A ideia é trazer uns três jogadores russos de alto nível, da seleção, e mais uns dois estrangeiros. É claro que indico jogadores do Brasil, mas os clubes brasileiros estão dificultando muito as coisas. Graças a Deus os clubes estão conseguindo pagar bons salários e segurar os melhores jogadores. Para o futebol brasileiro, isso é ótimo, mas para a gente, aqui de fora, dificulta um pouco. Estamos atrás de um zagueiro e um atacante estrangeiro. Estamos pesquisando".
Volta ao Brasil?: "Não tem mais jeito. Agora meu pensamento é no Anzhi. Depois, quando parar, penso em investir no futebol brasileiro. Comprar jogadores, como o Neymar, o Ganso e o Montillo e colocá-los no clube que a gente quiser, provavelmente em clubes brasileiros. Vamos levar jogadores de alto nível para o futebol brasileiro. Isso vai abrir o mercado. Casos como os de Petkovic e Montillo são bons exemplos".
Relação com o proprietário: "O Suleiman me dá todas as condições de trabalho, confia muito em mim. Ele é um cara super tranquilo, uma pessoa normal, como a gente. Encontro com ele quase todos os dias. Passo a minha experiência dos tempos em que joguei em clubes grandes, como Real Madrid, Inter de Milão, o Palmeiras daquela época. Ele é uma pessoa super tranquila. Vou ficar do lado dele até o dia que ele cansar de mim (risos). Ele me trata com muito respeito, me conhece como pessoa e isso é o que importa. Como jogador, ele já me conhecia, mas agora ele sabe a pessoa que sou. Não se surpreendeu com o que ele viu. Sou o Roberto Carlos da Silva de sempre. Só aconteceu de ser jogador de futebol".
Seleção Brasileira: "Tem que dar tempo ao tempo. O Mano tem que escolher os melhores nomes. Na nossa época, todos sabiam quem eram os melhores. Agora, os torcedores têm que ter paciência e respeitar o trabalho do Mano. O time terá muitas dificuldades, sofrerá muita pressão. O Brasil tem que voltar a ganhar, o povo brasileiro está acostumado a ganhar. Temos que conquistar logo o torcedor. Não podemos deixar para conquistá-los na véspera da competição. Temos que fazer os melhores amistosos e vencer. Mas agora, o Brasil não tem que pensar no topo. Tem que pensar passo a passo e preparar o time, pois a Copa do Mundo está muito próxima. Não temos que pensar em ser o número um do ranking da Fifa agora. Temos que chamar os melhores jogadores e montar o melhor time possível. O Brasil, do número 1 ao 23, tem um dos melhores grupos de seleção do mundo, ao lado de Espanha e Alemanha. Tem tudo para convocar os melhores jogadores e prepará-los psicologicamente para a pressão, que será grande".
Aposentadoria: "Vou parar neste ano. Vai ser em junho ou em dezembro. Ainda não decidi a data exata, mas será neste ano. Tenho contrato de cinco anos no papel, mas vamos fazer um contrato vitalício. O contrato, inclusive, já está pronto, mas ainda não está assinado. Quando parar de jogar, vou continuar trabalhando e ajudando o clube".
Sondando no Brasil: "Ainda estamos esperando para ver as melhores opções. O problema é que a Federação Russa não libera mais de seis estrangeiros por clube. Vamos ver o que a gente consegue. A ideia é trazer uns três jogadores russos de alto nível, da seleção, e mais uns dois estrangeiros. É claro que indico jogadores do Brasil, mas os clubes brasileiros estão dificultando muito as coisas. Graças a Deus os clubes estão conseguindo pagar bons salários e segurar os melhores jogadores. Para o futebol brasileiro, isso é ótimo, mas para a gente, aqui de fora, dificulta um pouco. Estamos atrás de um zagueiro e um atacante estrangeiro. Estamos pesquisando".
Volta ao Brasil?: "Não tem mais jeito. Agora meu pensamento é no Anzhi. Depois, quando parar, penso em investir no futebol brasileiro. Comprar jogadores, como o Neymar, o Ganso e o Montillo e colocá-los no clube que a gente quiser, provavelmente em clubes brasileiros. Vamos levar jogadores de alto nível para o futebol brasileiro. Isso vai abrir o mercado. Casos como os de Petkovic e Montillo são bons exemplos".
Relação com o proprietário: "O Suleiman me dá todas as condições de trabalho, confia muito em mim. Ele é um cara super tranquilo, uma pessoa normal, como a gente. Encontro com ele quase todos os dias. Passo a minha experiência dos tempos em que joguei em clubes grandes, como Real Madrid, Inter de Milão, o Palmeiras daquela época. Ele é uma pessoa super tranquila. Vou ficar do lado dele até o dia que ele cansar de mim (risos). Ele me trata com muito respeito, me conhece como pessoa e isso é o que importa. Como jogador, ele já me conhecia, mas agora ele sabe a pessoa que sou. Não se surpreendeu com o que ele viu. Sou o Roberto Carlos da Silva de sempre. Só aconteceu de ser jogador de futebol".
Seleção Brasileira: "Tem que dar tempo ao tempo. O Mano tem que escolher os melhores nomes. Na nossa época, todos sabiam quem eram os melhores. Agora, os torcedores têm que ter paciência e respeitar o trabalho do Mano. O time terá muitas dificuldades, sofrerá muita pressão. O Brasil tem que voltar a ganhar, o povo brasileiro está acostumado a ganhar. Temos que conquistar logo o torcedor. Não podemos deixar para conquistá-los na véspera da competição. Temos que fazer os melhores amistosos e vencer. Mas agora, o Brasil não tem que pensar no topo. Tem que pensar passo a passo e preparar o time, pois a Copa do Mundo está muito próxima. Não temos que pensar em ser o número um do ranking da Fifa agora. Temos que chamar os melhores jogadores e montar o melhor time possível. O Brasil, do número 1 ao 23, tem um dos melhores grupos de seleção do mundo, ao lado de Espanha e Alemanha. Tem tudo para convocar os melhores jogadores e prepará-los psicologicamente para a pressão, que será grande".
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