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O vice-presidente da equipe disse que não possuía intenção de retardar a partida e também afirmou que não pretende abrir uma investigação interna sobre o incidente com Hazard

Leigh Dineen, vice-presidente do Swansea, negou que o clube tivesse pedido aos gandulas para retardar a reposição de bola durante a partida contra o Chelsea, na última quarta-feira. No jogo, Eden Hazard foi expulso após chutar um menino de 17 anos que demorou a entregar a bola.

"Nós não temos esse plano, claro que não. Nunca pedimos para ninguém perder tempo", afirmou um dia após o Swansea eliminar os Blues da Copa da Liga Inglesa, que classificou a equipe galesa para a final contra o Bradford, no dia 24 de fevereiro.

Com a partida prestes a terminar e o Swansea mantendo um empate sem gols deixando o Chelsea fora do torneio, Hazard foi buscar uma bola para cobrar um lateral e acabou se irritando com a demora do gandula e acabou chutando o jovem de 17 anos. Filho de Martin Morgan, diretor do clube, o rapaz teria anunciado anteriormente no Twitter que precisava perder tempo durante o jogo.

Nesta quinta-feira, um porta-voz da polícia de Gales anunciou que "o rapaz foi entrevistado na presença de seu pai e não fez nenhuma queixa formal". O policial também informou que Charlie Morgan, o menino em questão, não sofreu nenhuma lesão com o incidente e Hazard, de 22 anos, não enfrenta qualquer investigação por suposta agressão.

O vice-presidente do Swansea ainda afirmou que não pretende abrir uma investigação interna sobre o incidente. "Fizemos dois jogos contra o vencedor da Champions League e tivemos uma vitória e um empate. Acho triste este incidente ter ofuscado essa conquista", afirmou Dineen.

Ao final da partida, Charlie Morgan foi convidado para ir o vestiário do Chelsea, onde apertou as mãos de Hazard, que pediu desculpas pelo que aconteceu. À mídia, o jogador declarou que tentou acertar a bola, não a criança, e se desculpou.

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