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Técnico rebate aos críticos e diz que seu legado no clube é muito maior do que qualquer título

Arsene Wenger admitiu que nunca vai estar satisfeito com a sua era no Arsenal mas não aceita as críticas que vem sendo dirigidas a ele recentemente. O francês tem estado sob análise pesada nos últimos meses, mais especificamente após a eliminação dos Gunners para o Bradford City, da quarta divisão, na Copa da Liga Inglesa.

Mas Wenger insiste que seu trabalho agora é muito mais fácil do que na época de ouro que se seguiu à sua contratação como treinador.

"Nunca estou satisfeito. Só tento fazer o meu melhor e acredito que gostaria de deixar o clube e pensar que conseguir. Tenho estado sob constantes críticas nos últimos sete anos, mas sinto que, como treinador, meu trabalho era mais difícil nos primeiros anos aqui. O que eu acredito, também, é que o clube cresceu muito desde que cheguei. Se você comparar o que o Arsenal é hoje e o que era antes, pode ver isso facilmente," disse o treinador ao jornal The Mirror.

"Quando cheguei, o clube estava em Highbury [antigo estádio do Arsenal], sem centro de treinamento e com apenas 80 funcionários. Hoje temos mais de 500 funcionários, jogamos em um grande estádio e temos um ótimo centro de treinamento. E somos um clube conhecido no mundo inteiro. Somos consistentes no nível mais alto do futebol."

O Arsenal está se aproximando de oito anos sem conquistar um título sequer, o que só aumenta a impaciência dos torcedores, especialmente depois que o rival londrino Chelsea conseguiu faturar a primeira Liga dos Campeões da cidade. Mas Wenger insite que deixou um legado no Emirates Stadium que é muito maior do que qualquer triunfo.

"Nosso legado está no nosso estilo de jogo. É um jeito de encarar o futebol. Um jeito de ver o desenvolvimento do jogo e ter uma atitude positiva em relação a isso," encerrou.

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