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Tribunal de Westminster considerou que não há provas suficientes para considerar o zagueiro do Chelsea como culpado de insultos a Anton Ferdinand

O julgamento de John Terry terminou em um final feliz para o zagueiro inglês. Nessa sexta-feira, o Tribunal de Westminster, em Londres, considerou que o jogador é inocente das acusações de preconceito racial prestadas por Anton Ferdinand no ano passado.

O magistrado-chefe Howard Riddle não leu toda a sentença, mas resumiu os principais pontos.

"A questão para este tribunal não é decidir se o Sr. Terry é ou não racista - recebi evidências suficientes que provam o contrário. A questão é se ele proferiu as palavras como um insulto. O único veredito que este tribunal pode declarar é a inocência", começou o juiz.

"Mesmo com toda a ajuda que recebemos, é impossível ter certeza de quais as exatas palavras utilizadas por John Terry naquele momento. É fato que ninguém deu provas do que o Sr. Terry disse, ou como ele disse."

Riddle ainda elogiou o zagueiro Anton Ferdinand, que prestou a queixa após um jogo entre Chelsea e QPR.

"No geral, pude ver que Anton Ferdinand foi uma testemunha credível no tema central."

No final, a Procuradoria Real disse que aceita a decisão da Corte.

"O magistrado-chefe concordou que o Sr. Terry tinha um caso pelo qual responder, mas, após reunir todas as evidências ele isentou o Sr. Terry da infração. A justiça foi feita, e vamos respeitar a decisão final", disse o comunicado.

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