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Arsenal: a volta do ídolo
Henry deve voltar ao Arsenal em um empréstimo de dois meses
Por Arthur Nonnig
O Arsenal deve, nos próximos dias, fechar a contratação, por empréstimo do ídolo Thierry Henry. O veterano atacante volta a Londres após uma passagem pelo Barcelona e o futebol dos Estados Unidos. O tempo no Emirates será curto, mas o artilheiro ainda pode ajudar os Gunners na sua volta à Premier League, trazendo de volta a confiança.

Com a volta de Henry, uma dupla de ataque respeitável surge em Londres. O francês chega para ser o companheiro de Van Persie. O jogador holandês vive o melhor momento de sua carreira, enquanto o veterano retorna ao lugar em que conquistou reconhecimento mundial.
No Arsenal, Henry pode voltar como jogador de lado, repetindo o seu posicionamento do Barcelona. O francês, até mesmo, pode recuperar a vaga como centroavante, porém, a grande fase vivida por Van Persie dificultaria o retorno do ídolo.
A melhor opção, neste momento, é criar uma dupla de ataque. Os dois jogadores já atuaram pelos lados, mas conquistaram a torcida dos Gunners pelo centro. Deste modo, uma formação com os dois juntos na frente é o ideal. Apesar do esquema com três atacantes, Wenger já pensa na opção:
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"Ele tem um talento excepcional e é muito inteligente. Ainda, ele tem muita categoria e qualidade. Quando Van Persie e Henry jogarem juntos, estaremos muito bem". - Arsène Wenger, técnico do Arsenal
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No centro, o clube terá vários nomes para escolher. Ramsey, Arteta, Song, além de mais alguns do departamento médico, são opções. O clube, assim como vários da Inglaterra, sofrerá com a Copa das Nações africanas, mas, neste momento, o torcedor dos Gunners só pensa no ataque, deixando a responsabilidade de marcar para outros, durante a ausência de Song.

No entanto, a maior mudança com a chegada do francês não está na parte tática, mas no espírito do clube. A volta de Henry, além de acrescentar qualidade a um ataque chamado Van Persie, renova o ânimo do torcedor, que assistiu aos destaques do clube saírem por falta de competitividade.
O atacante francês não coloca o time entre os melhores do mundo, mas traz de volta a ideia deixada para trás de um Arsenal vencedor e imbatível. Se o futebol não aparecer, a memória, com certeza, retornará.
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