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O ex-atacante do San Lorenzo, que agora brilha no Brasil, já teve uma ótima estadia no Chile, fala exclusivamente sobre seu momento, seus sonhos, seleção e muito mais

Por Andrés Román

Não é fácil para a carreira dos jogadores. Muitas vezes, é estranha a jornada de muitos. Até encontrar o seu lugar em locais não convencionais. Mas há aqueles que deixam sua marca. É por isso que Walter Montillo, com a idade de 28 anos, se encontra no centro da cena. O bom desempenho no Campeonato Brasileiro e continuidade desde 2010 o ajudou a conseguir um lugar na Argentina.

Ele teve sua grande chance na Universidade do Chile e que levou para o Cruzeiro. Mas foi uma grande luta, pois no San Lorenzo não conseguia encontrar o seu lugar. Apesar de ter tentado a sua sorte em Morelia, México, direito foi estendido no Chile e no Brasil. É maduro, tem convicção em suas palavras e geralmente não adere a scripts estabelecidos.

-Goal.com - Como você se adaptoufora da Argentina?

-Uma experiência. Sete anos atrás eu não ter jogado na Argentina e as coisas correram bem. No Chile era como minha explosão no Brasil poderia seguir na mesma linha. Em pouco tempo, estive aqui há dois anos, eu poderia ganhar o reconhecimento das pessoas, a imprensa, tem coisas individualmente aqui no clube, é claro, com a ajuda dos meus companheiros de equipe. É por isso que eu estou feliz.

- O que você achou do lado de fora não encontrado no futebol argentino?

-Regularidade e confiança técnica para jogar. Continuou a manter um campeonato, não substituir sentir, como eu fiz na última vez em San Lorenzo e não será capaz de jogar. Talvez eles estavam jogando eram melhores do que eu, eu tinha que ir encontrar o meu lugar em outro lugar e no Chile, onde as coisas correram bem, os técnicos haviam respeitado mim, tudo que eu queria e eu estava em um nível que ajudou o apoio. A última vez que San Lorenzo teve que provar muitas coisas para poder ficar e encontrar um lugar na equipe titular. No Chile eu tenho continuidade, o Cruzeiro teve mais de 110 jogos e isso me ajuda.

-Você tomou dimensão que ganhou um lugar no Brasil, uma terra difícil para os argentinos.

-Eu aprecio o que eu recebo. Eu tento trabalhar duro todos os dias para ganhar de mim, porque eu estou contente com o que tenho. Eu acho que este cresce. Entre os países que eu tinha que jogar, o do Brasil, é o mais complicado. Há muitas grandes equipes e toda a luta por algo, noutras ligas são três quatro ou cinco clubes que estão na luta. No futebol brasileiro é muito dinâmico e tem a possibilidade de estar passando por um orçamento muito bom. E não só pode manter jogadores como Neymar ou Lucas, mas acrescentou ao seu campeonato de renome jogadores como Forlán, Seedorf, Ronaldinho ... É um campeonato muito competitivo que é a América. E é claro que eu aprecio que as coisas estão indo bem, porque é fácil jogar aqui, passou muitos jogadores que não se saíram bem. Poucas pessoas são capazes de ficar, como Guiñazú, D'Alessandro, agora barcos, levando muitos gols ... olhando melhor a cada dia porque o futebol está em constante mudança.

- E na Argentina, você reconhece isso que está acontecendo com você no Brasil?

-Eu acho que a valorização veio com a convocação para a seleção. Quando o técnico me deu a chance de ir a dois jogos, agora vem o terceiro (do Chaco, 03 de outubro, contra o Brasil) e eu sempre tento aproveitar as chances que eu tenho. Além do que é o time da casa, não é fácil de ser. Você quer, na hora que você tem que jogar, mostrar que ele pode ser um time que joga nos playoffs. Há apenas sete anos que estou na Argentina. Gradualmente obter o reconhecimento, mas estou calmo, eu não estou esperando que na Argentina como ele me reconhece aqui.

-Este grande momento do Cruzeiro e do elevado nível que mostrou na Universidade de Chile, pode manter sua ilusão de dar o salto para o futebol europeu?

-Jogar na Europa sempre foi como um sonho. Quando se começa a ver os grandes times jogar lá e sonhos de jogar em qualquer um deles. Mas agora que me desespero, aí quando eu estava no San Lorenzo, que não teve chance de jogar, eu queria ir para fora. Mas agora aqui estou calmo. Eu ilusiono como qualquer um, eu tenho um passaporte italiano lá esperando, mas a verdade é que hoje eu penso no campeonato brasileiro. Quando eu tinha 22 ou 23 anos eu desesperado acabou, agora não.

- E quando você olha para o futebol na Europa, você pode imaginar em qualquer campeonato em particular?

-Se eu pudesse escolher que mais me atrai é a de Espanha. Enquanto não há uma superioridade muito marcado de Barcelona há algum tempo, é que a maioria das equipes tentam jogar e eu gosto disso.

-Quando você vê San Lorenzo e as complicações que têm ...

-A verdade é que é bom ver o que acontece. Um foi através do clube sempre quer fazer bem. Eles mudaram muito o clube, jogadores que jogaram comigo e não. Mas, embora este meio ano vai para os lixões, esperemos que não para gastar que se encaixa sofocón como era a Promoção.

-Esses anos fora da Argentina, tendo passado por México, Brasil, Chile, o que aconteceu em cada um deles?

"Fiquei impressionado com o Chile, que adorava viver em Santiago. Muitos me disseram que era um passo para trás no jogo de futebol chileno e a verdade é que para mim foi uma grande experiência. Além do esporte, para mim, o viver em Santiago foi perfeito. Aqui no Brasil também são muito bons. Talvez o mais desconfortável foi o México, eu estava no Morelia, cidade onde a menina não havia muito a fazer e as refeições não foram fáceis.

- O que surpreendeu você no Chile e no Brasil, em um nível pessoal?

No Chile, a organização, é muito ordeira, que sofreu desastres naturais, mas levantou-se e parece que nada aconteceu. Além disso, lidar com pessoas é o ideal. E no Brasil as pessoas são boas, talvez a linguagem é essencial, porque você tem que aprender rapidamente, porque caso contrário, torna-se difícil de se comunicar com as pessoas. Estamos adaptados, mas aqui se você não entende não falam.

- O que você projeta para sua carreira no Brasil e para a seleção?

-Melhorar a cada dia e conseguir coisas importantes com o clube. E logicamente por escolher um sempre encontrar uma boa imagem para o técnico pode se sentir confiante em um a ser considerado para os playoffs.

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