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Astros do futebol espanhol são capazes de ativar áreas pouco comuns do cérebro, segundo aponta um estudo da Universidade de Brunel, em Londres.

Não somente a Espanha, a rivalidade do “El Classico” ou as disputas pela Bola de Ouro unem o argentino Lionel Messi e o português Cristiano Ronaldo. Um estudo da Univerdade de Brunel, em Londres, afirma que ambos os craques possuem cérebros hiperativos, capazes de acionar áreas pouco comuns e antever a ação dos adversários. O resultado disso é visível em dribles desconcertantes e lances realmente incríveis.

"Os jogadores mais habilidosos são capazes de suprimir a vontade de reagir puramente por instinto, o que não os expõe às tentativas de intervenção dos seus adversários", indica o estudo.

A Universidade de Brunel teve acesso ao desempenho de 39 atletas, entre profissionais e amadores, e a intenção do seu estudo é encontrar um método do treinar conscientemente o cérebro para se antecipar aos movimentos reais.

 

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