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Pressionado por resultados, francês descarta colocar próprio cargo à disposição

O revés sofrido diante do Swansea em pleno Emirates Stadium (2 a 0) no último sábado derrubou o Arsenal na tabela de classificação do Campeonato Inglês, assim como a confiança da direção no trabalho de quase duas décadas de Arsene Wenger à frente do clube londrino. O francês, questionado sobre a possibilidade de deixar os Gunners ao final de seu contrato (no meio de 2014), negou tal intenção.

"Se você me perguntar sobre o futuro, posso dar apenas uma resposta. Sempre respeitei meus contratos, e é só o que tenho para falar", disse após a partida.

"Temos problemas de confiança mesmo jogando em casa. É difícil apontar problemas, pois vencemos o Tottenham por 5 a 2 e não perdíamos há algum tempo."

"Você percebe a desconfiança entre os torcedores, de que não conseguiremos vencer as partidas. Não sei se isso afeta nossas atuações, é preciso buscar a solução dentro do grupo e não buscar uma ajuda de fora."

Para Wenger, mesmo os times mais fortes tem sofrido para conseguir bons resultados, fruto da competitividade cada vez mais acirrada da Premier League.

"Quero que a torcida fique feliz e empolgada, mas não digo que isso afeta o jeito que eu perceba as coisas. Preciso focar no meu trabalho e pensar no jeito de resolver os problemas. Perdemos um jogo e, mesmo com a decepção, não quero partir para conclusões generalizadas. Precisamos vencer o próximo jogo", continuou.

"Se você olhar para os resultados, vê que todos estão passando por dificuldades. Todos. Até os que investiram muito dinheiro em futebol. É preciso manter o foco e a vontade, a ambição, para que as coisas melhores. É assim que funciona. Não dá para tirar conclusões de apenas uma partida", arrematou o francês.

Classificado na Champions League, os Gunners encaram o Olympiakos amanhã, na Grécia, para encerrar sua participação na fase de grupos. No sábado, os londrinos encaram o West Bromwich, sensação da Premier League.

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