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O papel de Van Persie no time do Arsenal
Holandês se destaca pela movimentação e capacidade para servir os companheiros.
O futebol moderno cada
vez mais diminui os espaços para os ataques. As marcações estão totalmente
definidas e os talentos precisam agir em pedaços de terreno minúsculos para
criar algo de perigoso à meta adversária. Quando alguém encontra um pouco de
campo livre, portanto, leva extrema vantagem e desacerta a marcação.
É isso que vem ocorrendo com os centroavantes que recuam para buscar a bola, colocando-se entre a linha de meio-campo e a de defesa do adversário. O “falso-nove”, como os britânicos costumam chamar, geralmente provoca grande confusão no sistema defensivo do oponente, já que cria uma indefinição de quem deve acompanhar a movimentação do jogador.
Talvez o maior exemplo de “falso-nove” neste início de temporada europeia seja o de Van Persie, que ironicamente joga com a camisa 11. No 4-1-4-1 do Arsenal, o holandês é o único atacante, mas muitas vezes é ele que acaba dando passes decisivos para que um dos quatro meias coloque a bola para dentro. Saindo da área e aproveitando o espaço entre as linhas dos adversários, Van Persie exercita sua qualidade de passe para punir a indefinição na marcação.
O efeito devastador da estratégia nas defesas adversárias se acentua com a chegada em velocidade dos jogadores de meio-campo dentro da área. Ao mesmo tempo que Van Persie recebe a bola na entrada da grande área, recuando para recebê-la, os homens de meio se projetam à frente preparando-se para aproveitar os passes açucarados do “falso-nove” do Arsenal. Para os defensores, fica a difícil tarefa de definir rapidamente a marcação de jogadores que entraram na área rapidamente, ao invés de terem que parar o tradicional centroavante fixo que se acostumaram a cuidar.
A movimentação coordenada das peças ofensivas é uma das maneiras para passar pelos verdadeiros “ferrolhos” armados pelos treinadores do futebol moderno. O Arsenal parece ter achado nesse dinamismo a resposta para destruir defesas fechadas. Tudo graças a participação constante de Van Persie e sua movimentação, saindo de sua posição original e causando destroços nos defensores oponentes.
André Baibich, Goal.com
É isso que vem ocorrendo com os centroavantes que recuam para buscar a bola, colocando-se entre a linha de meio-campo e a de defesa do adversário. O “falso-nove”, como os britânicos costumam chamar, geralmente provoca grande confusão no sistema defensivo do oponente, já que cria uma indefinição de quem deve acompanhar a movimentação do jogador.
Talvez o maior exemplo de “falso-nove” neste início de temporada europeia seja o de Van Persie, que ironicamente joga com a camisa 11. No 4-1-4-1 do Arsenal, o holandês é o único atacante, mas muitas vezes é ele que acaba dando passes decisivos para que um dos quatro meias coloque a bola para dentro. Saindo da área e aproveitando o espaço entre as linhas dos adversários, Van Persie exercita sua qualidade de passe para punir a indefinição na marcação.
O efeito devastador da estratégia nas defesas adversárias se acentua com a chegada em velocidade dos jogadores de meio-campo dentro da área. Ao mesmo tempo que Van Persie recebe a bola na entrada da grande área, recuando para recebê-la, os homens de meio se projetam à frente preparando-se para aproveitar os passes açucarados do “falso-nove” do Arsenal. Para os defensores, fica a difícil tarefa de definir rapidamente a marcação de jogadores que entraram na área rapidamente, ao invés de terem que parar o tradicional centroavante fixo que se acostumaram a cuidar.
A movimentação coordenada das peças ofensivas é uma das maneiras para passar pelos verdadeiros “ferrolhos” armados pelos treinadores do futebol moderno. O Arsenal parece ter achado nesse dinamismo a resposta para destruir defesas fechadas. Tudo graças a participação constante de Van Persie e sua movimentação, saindo de sua posição original e causando destroços nos defensores oponentes.
André Baibich, Goal.com
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