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O Barça precisa mudar de vez em quando
Estilo vencedor do time de Guardiola às vezes é previsível demais.
Tenho
insistido em minhas colunas na necessidade de uma equipe ter identidade, jogar
coletivamente. Um time no qual fica difícil apontas pontos fortes e fracos é um
time que apenas junta suas individualides dentro de campo, sem planejamento e
filosofia de jogo. O Barcelona, atual campeão europeu, talvez seja o exemplo
mais forte de uma equipe com identidade clara.
Quem senta no sofá para assistir um jogo do Barça sabe muito bem o que esperar. Seja no Camp Nou ou fora de casa, o time de Josep Guardiola terá o domínio da posse de bola, trocará muitos passes e avançará sobre o campo do adversário. A crença é de que a movimentação incessante da bola e dos jogadores eventualmente provocará equívocos do sistema defensivo, permitindo ao Barcelona acelerar a jogada e partir para sua definição.
Até aí, tudo ótimo. Como não poderia deixar de ser em uma equipe vencedora, o Barça passou pelo primeiro estágio de ser um time e não uma coleção de jogadores. Agora, falta à equipe catalã achar alternativas de jogo quando o seu estilo não é o mais apropriado para determinada partida.
Os jogos contra o Rubin Kazan pela Champions League nos deram uma evidência clara dessa necessidade. O Barcelona é claramente superior técnicamente ao time russo, mas termina a sequência de dois jogos contra seu adversário com uma derrota e um empate. Tudo porque o toque de bola paciente que caracteriza os comandados de Guardiola foi parado por uma marcação feroz, e os talentos individuais não estavam em seus melhores dias para resolver o problema em um lance brilhante.
Nessa hora, talvez a melhor opção não seja continuar com todos os jogadores no campo ofensivo e trocar passes incessantemente. Por que não variar o jogo e recuar para dar espaço aos homens de frente? O Barcelona tem peças que podem se adaptar ao estilo de marcação e saída rápida nos contra-golpes. A questão é se Guardiola tem vontade para testar essa estratégia.
Ás vezes é difícil para um time vencedor se divorciar do estilo que lhe deu tantas conquistas, mesmo que seja por um pequeno espaço de tempo em um jogo. A confiança é tanta na estratégia do toque de bola que os jogadores seguem tentando, de todas as maneiras, penetrar um muro defensivo como o armado pelo Rubin Kazan.
Quando nada dá certo para uma equipe, é preciso mudar totalmente a cara do jogo. O Barcelona deveria adicionar ao seu repertório variações de estilo que tornem o time menos previsível. Guardiola tem os jogadores na mão para fazer isso e sabe que seu grupo já atingiu a maturidade para que a implementação esporádica de um “Plano B” não prejudique a identidade usual da equipe. Resta agora treinar e aplicar, para que o Barça não passe por momentos ruins como viveu nos dois jogos diante do Rubin Kazan.
André Baibich, Goal.com
Quem senta no sofá para assistir um jogo do Barça sabe muito bem o que esperar. Seja no Camp Nou ou fora de casa, o time de Josep Guardiola terá o domínio da posse de bola, trocará muitos passes e avançará sobre o campo do adversário. A crença é de que a movimentação incessante da bola e dos jogadores eventualmente provocará equívocos do sistema defensivo, permitindo ao Barcelona acelerar a jogada e partir para sua definição.
Até aí, tudo ótimo. Como não poderia deixar de ser em uma equipe vencedora, o Barça passou pelo primeiro estágio de ser um time e não uma coleção de jogadores. Agora, falta à equipe catalã achar alternativas de jogo quando o seu estilo não é o mais apropriado para determinada partida.
Os jogos contra o Rubin Kazan pela Champions League nos deram uma evidência clara dessa necessidade. O Barcelona é claramente superior técnicamente ao time russo, mas termina a sequência de dois jogos contra seu adversário com uma derrota e um empate. Tudo porque o toque de bola paciente que caracteriza os comandados de Guardiola foi parado por uma marcação feroz, e os talentos individuais não estavam em seus melhores dias para resolver o problema em um lance brilhante.
Nessa hora, talvez a melhor opção não seja continuar com todos os jogadores no campo ofensivo e trocar passes incessantemente. Por que não variar o jogo e recuar para dar espaço aos homens de frente? O Barcelona tem peças que podem se adaptar ao estilo de marcação e saída rápida nos contra-golpes. A questão é se Guardiola tem vontade para testar essa estratégia.
Ás vezes é difícil para um time vencedor se divorciar do estilo que lhe deu tantas conquistas, mesmo que seja por um pequeno espaço de tempo em um jogo. A confiança é tanta na estratégia do toque de bola que os jogadores seguem tentando, de todas as maneiras, penetrar um muro defensivo como o armado pelo Rubin Kazan.
Quando nada dá certo para uma equipe, é preciso mudar totalmente a cara do jogo. O Barcelona deveria adicionar ao seu repertório variações de estilo que tornem o time menos previsível. Guardiola tem os jogadores na mão para fazer isso e sabe que seu grupo já atingiu a maturidade para que a implementação esporádica de um “Plano B” não prejudique a identidade usual da equipe. Resta agora treinar e aplicar, para que o Barça não passe por momentos ruins como viveu nos dois jogos diante do Rubin Kazan.
André Baibich, Goal.com
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AO VIVO: Sorteio das oitavas de final da Champions League
Aqui você acompanha a cerimônia que definirá os primeiros confrontos eliminatórios da competição europeia.
16/12/11
Assim, está encerrado o sorteio das oitavas de final da Champions League. Os confrontos são os seguintes, com o primeiro time citado abrindo o confronto em sua casa: Lyon x Apoel, Napoli x Chelsea, Milan x Arsenal, Basel x Bayern, Leverkusen x Barcelona, CSKA x Real, Zenit x Benfica, Olympique x Inter.
16/12/11
O Olympique de Marselha enfrentará a Internazionale.
16/12/11
O próximo sorteado é o Olympique de Marselha.
16/12/11
O adversário do Zenit é o Benfica.
16/12/11
O próximo sorteado é o Zenit.
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