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Tática: "O esquema 4-2-3-1"
Utilizado amplamente na Copa do Mundo e na Euro 2008, o sistema permite o equilíbrio entre consistência defensiva e eficiência no ataque.
Dois
volantes, três meias e um atacante. Essa foi a formação mais utilizada pelos
treinadores nas últimas edições da Copa do Mundo e da Eurocopa de seleções. O
esquema pode ser considerado uma variação moderna do 4-3-3, com os pontas do
sistema antigo sendo substituidos por meias que jogam abertos pelos lados, mas
que voltam para compor o meio quando a equipe perde a bola.
O bom exemplo da utilização inteligente desse sistema é do Manchester United da última temporada. O campeão inglês e da Champions League achou a solução para escalar Rooney, Tevez, Giggs e Cristiano Ronaldo no mesmo time. Alex Ferguson formou uma linha com três meias que atuavam chegando no único atacante.
Para melhorar ainda mais, a alta capacidade de adaptação à novas funções dos jogadores permitia ao treinador trocá-los de posição constantemente, confundindo a marcação. Assim, Ronaldo atuou pelos dois flancos e como centroavante, Rooney jogou como único atacante ou aberto pela direita, Tevez também participou como atacante mas passou a maior parte da temporada como um meia centralizado, enquanto Giggs atuou nas três posições de articulação do meio-campo.
A grande vantagem do 4-2-3-1 é ter uma jogada de flanco aguda sem desguarnecer o sistema defensivo. Essa é uma daquelas formações que amarra o lateral no campo de defesa, limitando-o à marcação. Isso acontece porque existem dois meias abertos, um em cada lado, e são eles os responsáveis pelas jogadas de flanco. Assim, a linha de quatro defensores é mantida, sem um prejuizo defensivo significativo. Esse equilíbrio entre a consistência defensiva e a eficiência no ataque é o que atrai cada vez mais treinadores a adotarem esse sistema.
André Baibich
O bom exemplo da utilização inteligente desse sistema é do Manchester United da última temporada. O campeão inglês e da Champions League achou a solução para escalar Rooney, Tevez, Giggs e Cristiano Ronaldo no mesmo time. Alex Ferguson formou uma linha com três meias que atuavam chegando no único atacante.
Para melhorar ainda mais, a alta capacidade de adaptação à novas funções dos jogadores permitia ao treinador trocá-los de posição constantemente, confundindo a marcação. Assim, Ronaldo atuou pelos dois flancos e como centroavante, Rooney jogou como único atacante ou aberto pela direita, Tevez também participou como atacante mas passou a maior parte da temporada como um meia centralizado, enquanto Giggs atuou nas três posições de articulação do meio-campo.
A grande vantagem do 4-2-3-1 é ter uma jogada de flanco aguda sem desguarnecer o sistema defensivo. Essa é uma daquelas formações que amarra o lateral no campo de defesa, limitando-o à marcação. Isso acontece porque existem dois meias abertos, um em cada lado, e são eles os responsáveis pelas jogadas de flanco. Assim, a linha de quatro defensores é mantida, sem um prejuizo defensivo significativo. Esse equilíbrio entre a consistência defensiva e a eficiência no ataque é o que atrai cada vez mais treinadores a adotarem esse sistema.
André Baibich
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