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Prancheta Goal.com Manchester United
Diabos Vermelhos goleiam o Milan por 4 a 0 no Old Trafford
Texto e arte: Carlos Pizzatto
Alex Ferguson escalou o Manchester United, na partida de volta das oitavas de final da Liga dos Campeões, diante do Milan, na minha interpretação, no 4-3-3 em triângulo.
Na linha de defesa, Gary Neville ficou encarregado em marcar Ronaldinho, a dupla de zaga em marcar Borriello, e Evra em marcar Huntelaar. No meio, Scholes e Fletcher bateram de frente respectivamente com Flamini e Ambrosini, e Park com Pirlo. Na frente, Nani e Valencia trombaram com Jankulovski e Abate, e Ronney com Bonera e Thiago Silva.
Após anotar o primeiro gol, os donos da casa deixaram de pressionar no campo ofensivo, recuaram os camisas 17 e 25, e esperaram as subidas dos visitantes, para contra-atacar. Desta maneira, a meu ver, se configurou o 4-5-1 (4-2-3-1).
No lance do primeiro gol, aliás, Ronaldinho não acompanhou Gary Neville, que livre e solto cruzou, da intermediária, para Rooney cabecear e abrir o placar. Era função do camisa 80 rubro-negro cercá-lo.
Talvez a falta de combatitividade do craque brasileiro, quando o time está sem a bola, pode ser um dos motivos para o exigente e rigoroso Dunga não convocá-lo à Copa do Mundo.
Na linha de defesa, Gary Neville ficou encarregado em marcar Ronaldinho, a dupla de zaga em marcar Borriello, e Evra em marcar Huntelaar. No meio, Scholes e Fletcher bateram de frente respectivamente com Flamini e Ambrosini, e Park com Pirlo. Na frente, Nani e Valencia trombaram com Jankulovski e Abate, e Ronney com Bonera e Thiago Silva.

Após anotar o primeiro gol, os donos da casa deixaram de pressionar no campo ofensivo, recuaram os camisas 17 e 25, e esperaram as subidas dos visitantes, para contra-atacar. Desta maneira, a meu ver, se configurou o 4-5-1 (4-2-3-1).
No lance do primeiro gol, aliás, Ronaldinho não acompanhou Gary Neville, que livre e solto cruzou, da intermediária, para Rooney cabecear e abrir o placar. Era função do camisa 80 rubro-negro cercá-lo.
Talvez a falta de combatitividade do craque brasileiro, quando o time está sem a bola, pode ser um dos motivos para o exigente e rigoroso Dunga não convocá-lo à Copa do Mundo.
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