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FICHA TÁTICA: Brasil 3 x 2 EUA
Melhora no segundo tempo foi suficiente para o Brasil virar o placar e conquistar a Copa das Confederações.
História do
jogo:
O Brasil tomou a iniciativa desde o início da partida, mas tinha dificuldades para penetrar na defesa americana. No primeiro ataque dos Estados Unidos, Dempsey abriu o placar. Até o final da primeira etapa, o time de Dunga insistiu sem sucesso na bola aérea, sem tentar jogadas tramadas pelo chão. Enquanto isso, o contra-ataque americano era mortal, o que acabou custando ao Brasil o segundo gol adversário. Na segunda etapa, o Brasil voltou utilizando melhor as laterais do campo, com a aproximação dos meias para jogar com os laterais. A pressão melhor organizada deu certo, e permitiu à equipe a virada e o título da Copa das Confederações.
Esquemas táticos:
Nenhuma surpresa na formatação tática das duas equipes. O Brasil seguiu no seu 4-2-3-1, enquanto os Estados Unidos jogaram no tradicional 4-4-2, com duas linhas de quatro.
Destaques individuais:
Luis Fabiano foi decisivo com seus dois gols, mas foi Felipe Melo quem conseguiu atuar bem mesmo no pior momento da Seleção Brasileira. Pelo lado americano, Donovan caiu de produção no segundo tempo, mas sempre que participou da partida, levou perigo à defesa brasileira.
Destaques negativos:
Pelo lado brasileiro, Ramires errou muitos passes e não teve a movimentação de outros jogos. Na equipe americana, o centroavante Altidore teve pouca participação no jogo.
Arbitragem:
O lance da cabeçada de Kaká, em que Howard tirou a bola de dentro do gol, foi o erro crucial da arbitragem, apesar de ser uma jogada difícil de marcar. Fora isso, achei a arbitragem bastante competente, permitindo o contato físico e deixando o jogo correr.
André Baibich, Goal.com
O Brasil tomou a iniciativa desde o início da partida, mas tinha dificuldades para penetrar na defesa americana. No primeiro ataque dos Estados Unidos, Dempsey abriu o placar. Até o final da primeira etapa, o time de Dunga insistiu sem sucesso na bola aérea, sem tentar jogadas tramadas pelo chão. Enquanto isso, o contra-ataque americano era mortal, o que acabou custando ao Brasil o segundo gol adversário. Na segunda etapa, o Brasil voltou utilizando melhor as laterais do campo, com a aproximação dos meias para jogar com os laterais. A pressão melhor organizada deu certo, e permitiu à equipe a virada e o título da Copa das Confederações.
Esquemas táticos:
Nenhuma surpresa na formatação tática das duas equipes. O Brasil seguiu no seu 4-2-3-1, enquanto os Estados Unidos jogaram no tradicional 4-4-2, com duas linhas de quatro.
Destaques individuais:
Luis Fabiano foi decisivo com seus dois gols, mas foi Felipe Melo quem conseguiu atuar bem mesmo no pior momento da Seleção Brasileira. Pelo lado americano, Donovan caiu de produção no segundo tempo, mas sempre que participou da partida, levou perigo à defesa brasileira.
Destaques negativos:
Pelo lado brasileiro, Ramires errou muitos passes e não teve a movimentação de outros jogos. Na equipe americana, o centroavante Altidore teve pouca participação no jogo.
Arbitragem:
O lance da cabeçada de Kaká, em que Howard tirou a bola de dentro do gol, foi o erro crucial da arbitragem, apesar de ser uma jogada difícil de marcar. Fora isso, achei a arbitragem bastante competente, permitindo o contato físico e deixando o jogo correr.
André Baibich, Goal.com
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