Felipe Melo: 'Tenho que ser o cão de guarda'
Sem poder atacar, volante assume responsabilidade de marcar
Acostumado a ter liberdade na Fiorentina, o volante Felipe Melo não se incomoda com as poucas chances de atacar nos jogos da Seleção Brasileira, onde tem a obrigação de proteger a zaga e deixar que os meias ofensivos joguem sem a pressão de marcar.
- O Brasil tem muitos jogadores de qualidade do meio para a frente. Kaká, Robinho, Ramires. E todos eles sempre atacam. Uma equipe tem de ser equilibrada, eu e Gilberto Silva somos mais marcadores, é normal. Tenho que ser o cão de guarda - afirmou.
O brasileiro usou o exemplo da Espanha, que foi eliminada pelos Estados Unidos nas semifinais da Copa das Confederações, para lembrar da importância que a sintonia no meio-de-campo tem.
- O meio-de-campo espanhol dominou o jogo e perdeu várias oportunidades. Os americanos acabaram com o jogo nas duas oportunidades que tiveram - analisou.
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