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Uma previsão do que pode acontecer na final da Copa das Confederações.

O mundo do futebol estará atento no próximo domingo para acompanhar a final da Copa das  Confederações. A tradicional e laureada Seleção Brasileira enfrenta o surpreendente Estados Unidos, que chocou a todos eliminando a Espanha nas semifinais. Aqui vão algumas previsões dos pontos que podem ser decisivos na final:

Kaká entre as duas linhas

Os Estados Unidos atuam com duas linhas de quatro. Este esquema garante uma boa consistência defensiva, especialmente porque fecha os lados do campo e a parte central com a mesma eficiência. Mesmo assim, há espaço para se jogar entre a linha defensiva e a de meio-campo. Ali, Kaká pode fazer a diferença em favor do time brasileiro. Se encontrar este espaço, que não costuma ser muito vasto, o meia pode abastecer os atacantes brasileiros com qualidade, abrindo caminho para a vitória.

A importância da bola parada

Ao que tudo indica, teremos um Brasil pressionando uma equipe norte-americana toda recuada, esperando para sair nos contra-ataques. Este tipo de cenário geralmente é desfavorável ao time de Dunga, que tem extrema dificuldade em passar por defesas fechadas. A arma que o Brasil tem utilizado com frequência para marcar gols nessas situações é a da bola parada em faltas laterais e escanteios. Se conseguir marcar no início, tirando os Estados Unidos de trás e tendo a possibilidade de contra-atacar, o Brasil tem tudo para vencer com tranquilidade.

Donovan na direita

Os dois homens criativos do meio-campo americano atuam pelos flancos. Dempsey e Donovan jogam abertos, e trocam de lado constantemente durante o jogo. Para esta partida, porém, acredito que Bob Bradley escolha colocar Landon Donovan do lado direito quase que constantemente. O camisa 10 é a referência técnica da equipe americana, e o lado esquerdo da defesa brasileira é o mais frágil, por não ter um jogador desempenhando a função que Ramires faz no outro flanco. Com mais espaço e menos marcadores, Donovan tem mais chances de ser decisivo.

Favorito

Certamente é o Brasil, pela maior qualidade técnica de seus jogadores e pela consistência coletiva que aos poucos se vê no time de Dunga. Acredito, porém, que o crescimento do time americano durante a competição impedirá que o Brasil tenha a mesma facilidade do enfrentamento entre as equipes na primeira fase.

André Baibich, Goal.com

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