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- O lance em que Ronaldo entra sozinho na área e tenta encobrir
o goleiro Glédson, do Náutico, expressa um pouco dos motivos da vitória
pernambucana sobre o Corinthians em pleno Pacaembu. A equipe de Mano Menezes
teve ótimas chances para marcar como a do “Fenômeno”, mas a motivação para os
três pontos não era tão grande quanto a do ameaçado adversário. Se fosse um
jogo decisivo, Ronaldo provavelmente encheria o pé. Com a ajuda da
displiscência do atacante e de um pênalti mal marcado por Alício Pena Júnior,
os comandados de Geninho acabaram vencendo.
- Depois de um primeiro tempo sofrível das duas equipes, o Atlético-PR foi para cima do Cruzeiro na Arena da Baixada, conseguindo o gol que lhe dava vantagem no placar e uma maior tranquilidade na tabela do Brasileirão. Mas o time de Adilson Batista, mesmo sem repetir outras boas atuações que teve fora de casa, conseguiu um importante gol nos acréscimos para sair de Curitiba com um ponto na bagagem. Não foi o melhor dos resultados, mas manteve a equipe na briga pela Libertadores.
- Um jogo eletrizante do início ao fim. Assim foi Botafogo e São Paulo no Engenhão. Difícil dizer se a vitória carioca por 3 a 2 foi justa, já que tivemos equilíbrio na maior parte do jogo. De qualquer maneira, o time de Estevam Soares sempre pareceu atuar com maior objetividade contra o toque de bola mais cadenciado e lento do São Paulo. Triunfo para dar moral aos botafoguenses, enquanto o São Paulo agradece o Goiás por ter segurado o Flamengo.
- O vencedor de Santos e Coritiba na Vila Belmiro podia se dar ao luxo de finalmente respirar aliviado em relação ao rebaixamento, enquanto que o perdedor ficaria ameaçado nas últimas duas rodadas. Na partida, a equipe de Vanderlei Luxemburgo soube se impor diante de um Coxa apático. Vitória tranquila por goleada que recoloca a equipe de Ney Franco entre as desesperadas do Brasileirão.
- Já falei na diferença de motivação entre equipes como fator decisivo em um jogo no comentário sobre Corinthians x Náutico. A questão voltou a aparecer na vitória do Santo André sobre o Avaí, no Bruno José Daniel. O ameaçado time do interior paulista precisava da vitória a qualquer custo, enquanto os catarinenses apenas sonhavam com Libertadores, mas já estão de missão cumprida por terem escapado do rebaixamento. O resultado foi o domínio e o triunfo de uma equipe inferior técnica e taticamente.
- O “conto de fadas” do Fluminense continua com a vitória sobre o rebaixado Sport na Ilha do Retiro. Cuca achou o encaixe da equipe no 3-5-2, dando liberdade para Conca organizar o jogo e apostando na velocidade de seus meninos para acompanhar a eficiência de Fred nas finalizações. Neste domingo, no Recife, o Flu sofreu bastante para abrir o marcar, mas depois aproveitou-se dos espaços e do desânimo do adversário para ampliar e vencer.
- No primeiro tempo de Flamengo e Goiás, não parecia que a equipe rubro-negra precisava de uma vitória simples para chegar à liderança do Brasileirão. Em ritmo lento, o time carioca tocava a bola sem objetividade e esbarrava na boa marcação esmeraldina. Na segunda etapa, o Fla aumentou o ritmo, mas o Goiás parece ter reencontrado o seu jeito de jogar fora de casa. O time de Hélio dos Anjos esfriou o jogo no Maracanã e fez seu adversário perder uma grande oportunidade em sua perseguição ao São Paulo.
- O Atlético-MG, como era de se esperar, marcou o Internacional em seu campo durante todo o jogo e tentou, na base do “abafa”, vencer o bloqueio defensivo armado por Mário Sérgio. A equipe colorada conseguiu se fechar totalmente e aproveitou bons momentos ofensivos na primeira etapa para fazer seu gol e chegar à vitória. Ainda que a chance seja remota, o Inter ainda tem esperanças de título.
- O Vitória tem poucos objetivos concretos ainda neste Brasileirão, mas o triunfo sobre o Barueri foi importante para recuperar a imagem da equipe e do técnico Vágner Mancini. O time baiano tem um projeto de crescimento de longo prazo ligado ao comandante atual, o que ficaria bastante prejudicado se ele ficasse desprestigiado junto ao torcedor. Para o Barueri, mais uma derrota longe de seu estádio.
André Baibich, Goal.com
- Depois de um primeiro tempo sofrível das duas equipes, o Atlético-PR foi para cima do Cruzeiro na Arena da Baixada, conseguindo o gol que lhe dava vantagem no placar e uma maior tranquilidade na tabela do Brasileirão. Mas o time de Adilson Batista, mesmo sem repetir outras boas atuações que teve fora de casa, conseguiu um importante gol nos acréscimos para sair de Curitiba com um ponto na bagagem. Não foi o melhor dos resultados, mas manteve a equipe na briga pela Libertadores.
- Um jogo eletrizante do início ao fim. Assim foi Botafogo e São Paulo no Engenhão. Difícil dizer se a vitória carioca por 3 a 2 foi justa, já que tivemos equilíbrio na maior parte do jogo. De qualquer maneira, o time de Estevam Soares sempre pareceu atuar com maior objetividade contra o toque de bola mais cadenciado e lento do São Paulo. Triunfo para dar moral aos botafoguenses, enquanto o São Paulo agradece o Goiás por ter segurado o Flamengo.
- O vencedor de Santos e Coritiba na Vila Belmiro podia se dar ao luxo de finalmente respirar aliviado em relação ao rebaixamento, enquanto que o perdedor ficaria ameaçado nas últimas duas rodadas. Na partida, a equipe de Vanderlei Luxemburgo soube se impor diante de um Coxa apático. Vitória tranquila por goleada que recoloca a equipe de Ney Franco entre as desesperadas do Brasileirão.
- Já falei na diferença de motivação entre equipes como fator decisivo em um jogo no comentário sobre Corinthians x Náutico. A questão voltou a aparecer na vitória do Santo André sobre o Avaí, no Bruno José Daniel. O ameaçado time do interior paulista precisava da vitória a qualquer custo, enquanto os catarinenses apenas sonhavam com Libertadores, mas já estão de missão cumprida por terem escapado do rebaixamento. O resultado foi o domínio e o triunfo de uma equipe inferior técnica e taticamente.
- O “conto de fadas” do Fluminense continua com a vitória sobre o rebaixado Sport na Ilha do Retiro. Cuca achou o encaixe da equipe no 3-5-2, dando liberdade para Conca organizar o jogo e apostando na velocidade de seus meninos para acompanhar a eficiência de Fred nas finalizações. Neste domingo, no Recife, o Flu sofreu bastante para abrir o marcar, mas depois aproveitou-se dos espaços e do desânimo do adversário para ampliar e vencer.
- No primeiro tempo de Flamengo e Goiás, não parecia que a equipe rubro-negra precisava de uma vitória simples para chegar à liderança do Brasileirão. Em ritmo lento, o time carioca tocava a bola sem objetividade e esbarrava na boa marcação esmeraldina. Na segunda etapa, o Fla aumentou o ritmo, mas o Goiás parece ter reencontrado o seu jeito de jogar fora de casa. O time de Hélio dos Anjos esfriou o jogo no Maracanã e fez seu adversário perder uma grande oportunidade em sua perseguição ao São Paulo.
- O Atlético-MG, como era de se esperar, marcou o Internacional em seu campo durante todo o jogo e tentou, na base do “abafa”, vencer o bloqueio defensivo armado por Mário Sérgio. A equipe colorada conseguiu se fechar totalmente e aproveitou bons momentos ofensivos na primeira etapa para fazer seu gol e chegar à vitória. Ainda que a chance seja remota, o Inter ainda tem esperanças de título.
- O Vitória tem poucos objetivos concretos ainda neste Brasileirão, mas o triunfo sobre o Barueri foi importante para recuperar a imagem da equipe e do técnico Vágner Mancini. O time baiano tem um projeto de crescimento de longo prazo ligado ao comandante atual, o que ficaria bastante prejudicado se ele ficasse desprestigiado junto ao torcedor. Para o Barueri, mais uma derrota longe de seu estádio.
André Baibich, Goal.com
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