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RESUMÃO DA RODADA- Brasileirão
Vitórias de Atlético Mineiro, Inter, São Paulo e Flamengo embolam de vez a luta pelo título.
- O
Atlético-MG sofreu bastante, não brilhou, mas arrancou os três pontos diante do
bem organizado time do Vitória. É inegável o crescimento de qualidade técnica
do time de Celso Roth com os reforços que chegaram, assim como não dá para
deixar de mencionar a grande fase de Diego Tardelli. Contra os baianos, porém,
o grande nome do jogo foi o esforçado e disciplinado Jonílson. Mais do que
nunca, o Galo se coloca como candidato ao título.
- O Náutico confirmou sua força dentro dos Aflitos ao bater o Barueri por 2 a 1, mesmo tendo sido inferior ao adversário durante boa parte do jogo. Assim como aconteceu contra Palmeiras e Fluminense, o time do interior paulista foi melhor mas não soube finalizar o jogo. O gol da vitória pernambucana é um símbolo desta tendência, começando com uma chance clara desperdiçada por Thiago Humberto e terminando no contra-ataque do Náutico.
- O clássico gaucho não foi dos jogos mais brilhantes na parte técnica. O Internacional aproveitou sua superioridade no primeiro tempo para vencer por 1 a 0, em gol de D’Alessandro com ajuda de Víctor. O Grêmio só foi esboçar uma reação na segunda etapa, quando formou seu meio-campo em losango e fez Souza flutuar pelo campo para confundir a marcação. Não foi o suficiente para buscar o empate, que ao menos impediria que o tricolor ficasse na situação difícil que se encontra no momento, com poucas chances de chegar à próxima Libertadores. Para o Inter, o alívio de finalmente aproveitar um tropeço do líder com um triunfo.
- Santos e São Paulo fizeram um jogo maluco, com erros pouco característicos da defesa são-paulina no primeiro tempo, enquanto a zaga santista se apresentava com as mesmas fragilidades de sempre. Na segunda etapa, o time tricolor foi mais eficiente, construiu o placar e se segurou atrás quando estava com um homem a menos, após a expulsão de Rogério Ceni. Mais uma vitória arrancada pelo São Paulo, sem o brilho que falta à equipe há muito tempo. Mesmo assim, com as escorregadas do Palmeiras, o time de Ricardo Gomes é outro na briga.
- No clássico paranaense, o Coritiba mereceu a vitória pelo ímpeto ofensivo constante diante de um Atlético mais retraído e apostando nos contra-ataques. Desde o início do aampeonato, acredito que o Coxa tem mais elenco que seu rival, com os bons nomes de Marcelinho Paraíba, Carlinhos Paraíba e Pedro Ken. De qualquer maneira, não há como negar a melhora dos dois times desde que Ney Franco e Antônio Lopes assumiram. A evolução, imagino, deve ser suficiente para tirar os curitibanos da degola.
- O Goiás sempre teve dificuldades para jogar no Serra Dourada neste campeonato, algo que se acentua neste momento complicado que passa a equipe de Hélio dos Anjos. Contra o Fluminense, o time esmeraldino chegou a abrir 2 a 0 mas foi surpreendido pela reação do time tricolor. Aliás, se tivesse se apresentado com essa organização e vontade, que compensam um pouco da limitação técnica do elenco, talvez o time de Cuca não estivesse na situação terrível que se encontra.
- O Flamengo poderia ter sofrido menos para bater o Botafogo, isto se tivesse repetido os bons desempenhos dos últimos jogos. O primeiro tempo do time de Andrade foi de superioridade em relação ao adversário, mas sem brilho de ambas as equipes. Na segunda etapa, mesmo com melhores peças, o time rubro-negro permitiu a pressão botafoguense calcada na insistência na bola aérea. Com bom posicionamento defensivo e a defesa de Bruno no pênalti inexistente marcado em favor do Botafogo, o Flamengo segurou a vitória.
- O embaladíssimo Cruzeiro pegou um Corinthians que levava a campo o que tem de melhor no momento. O time de Adilson Batista é consciente, troca passes curtos e se movimenta intensamente, como se viu no único gol do jogo do Pacaembu. Com quatro vitórias consecutivas, se aproxima definitivamente do G-4. Já o Corinthians ainda sente a falta dos que saíram após a Copa do Brasil, já que Elias e Edu não servem para substituir Douglas na armação, assim como Marcelo Oliveira não chega perto de fazer o que André Santos fez no primeiro semestre do ano.
- Com dois gols logo no início do jogo, o Sport parecia que ia conseguir um grande resultado em sua luta para não cair na Ressacada. Mas o bom time do Avaí marcou logo depois com Marquinhos e deixou o placar equilibrado para tornar o empate possível na segunda etapa. Enquanto o Sport parece totalmente destinado à segunda divisão, o Avaí caminha a passos largos para atingir seu objetivo principal na temporada; permanecer na Série A.
André Baibich, Goal.com
- O Náutico confirmou sua força dentro dos Aflitos ao bater o Barueri por 2 a 1, mesmo tendo sido inferior ao adversário durante boa parte do jogo. Assim como aconteceu contra Palmeiras e Fluminense, o time do interior paulista foi melhor mas não soube finalizar o jogo. O gol da vitória pernambucana é um símbolo desta tendência, começando com uma chance clara desperdiçada por Thiago Humberto e terminando no contra-ataque do Náutico.
- O clássico gaucho não foi dos jogos mais brilhantes na parte técnica. O Internacional aproveitou sua superioridade no primeiro tempo para vencer por 1 a 0, em gol de D’Alessandro com ajuda de Víctor. O Grêmio só foi esboçar uma reação na segunda etapa, quando formou seu meio-campo em losango e fez Souza flutuar pelo campo para confundir a marcação. Não foi o suficiente para buscar o empate, que ao menos impediria que o tricolor ficasse na situação difícil que se encontra no momento, com poucas chances de chegar à próxima Libertadores. Para o Inter, o alívio de finalmente aproveitar um tropeço do líder com um triunfo.
- Santos e São Paulo fizeram um jogo maluco, com erros pouco característicos da defesa são-paulina no primeiro tempo, enquanto a zaga santista se apresentava com as mesmas fragilidades de sempre. Na segunda etapa, o time tricolor foi mais eficiente, construiu o placar e se segurou atrás quando estava com um homem a menos, após a expulsão de Rogério Ceni. Mais uma vitória arrancada pelo São Paulo, sem o brilho que falta à equipe há muito tempo. Mesmo assim, com as escorregadas do Palmeiras, o time de Ricardo Gomes é outro na briga.
- No clássico paranaense, o Coritiba mereceu a vitória pelo ímpeto ofensivo constante diante de um Atlético mais retraído e apostando nos contra-ataques. Desde o início do aampeonato, acredito que o Coxa tem mais elenco que seu rival, com os bons nomes de Marcelinho Paraíba, Carlinhos Paraíba e Pedro Ken. De qualquer maneira, não há como negar a melhora dos dois times desde que Ney Franco e Antônio Lopes assumiram. A evolução, imagino, deve ser suficiente para tirar os curitibanos da degola.
- O Goiás sempre teve dificuldades para jogar no Serra Dourada neste campeonato, algo que se acentua neste momento complicado que passa a equipe de Hélio dos Anjos. Contra o Fluminense, o time esmeraldino chegou a abrir 2 a 0 mas foi surpreendido pela reação do time tricolor. Aliás, se tivesse se apresentado com essa organização e vontade, que compensam um pouco da limitação técnica do elenco, talvez o time de Cuca não estivesse na situação terrível que se encontra.
- O Flamengo poderia ter sofrido menos para bater o Botafogo, isto se tivesse repetido os bons desempenhos dos últimos jogos. O primeiro tempo do time de Andrade foi de superioridade em relação ao adversário, mas sem brilho de ambas as equipes. Na segunda etapa, mesmo com melhores peças, o time rubro-negro permitiu a pressão botafoguense calcada na insistência na bola aérea. Com bom posicionamento defensivo e a defesa de Bruno no pênalti inexistente marcado em favor do Botafogo, o Flamengo segurou a vitória.
- O embaladíssimo Cruzeiro pegou um Corinthians que levava a campo o que tem de melhor no momento. O time de Adilson Batista é consciente, troca passes curtos e se movimenta intensamente, como se viu no único gol do jogo do Pacaembu. Com quatro vitórias consecutivas, se aproxima definitivamente do G-4. Já o Corinthians ainda sente a falta dos que saíram após a Copa do Brasil, já que Elias e Edu não servem para substituir Douglas na armação, assim como Marcelo Oliveira não chega perto de fazer o que André Santos fez no primeiro semestre do ano.
- Com dois gols logo no início do jogo, o Sport parecia que ia conseguir um grande resultado em sua luta para não cair na Ressacada. Mas o bom time do Avaí marcou logo depois com Marquinhos e deixou o placar equilibrado para tornar o empate possível na segunda etapa. Enquanto o Sport parece totalmente destinado à segunda divisão, o Avaí caminha a passos largos para atingir seu objetivo principal na temporada; permanecer na Série A.
André Baibich, Goal.com
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