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O dedo de Andrade na reação rubro-negra
Arrancada do Flamengo tem mais elementos do que o crescimento de jogadores como Petkovic e Zé Roberto.
A arrancada
do Flamengo no Brasileirão, que já vê a invicta nos últimos nove jogos,
claramente passa por acréscimos técnicos nos últimos meses. O renascer de
Petkovic, a entrada de Álvaro e a segurança de Maldonado são companhias
agradáveis para o brilhantismo individual que Adriano já vinha apresentando.
Não há como negar, porém, que a reação rubro-negra tem responsabilidade direta
do técnico Andrade e da mudança de esquema que promoveu.
Desde que Émerson foi embora, mídia, torcida e o próprio treinador do Flamengo viram que achar o companheiro de Adriano no ataque era um problema a ser resolvido. Dênis Marques, contratado para preencher o vazio, nunca aprovou. Curiosamente, a solução encontrada por Andrade foi simplesmente retirar do time a figura do segundo atacante.
Do 3-5-2 que o Flamengo adotou nos últimos três anos, a equipe mudou para o 4-2-3-1. A princípio, o posicionamento dos jogadores não parecia lógico, principalmente com Willians aberto pelo lado direito. Só que a subida de produção de Zé Roberto foi evidente atuando pelo outro flanco, enquanto Petkovic se soltava como o articulador na parte central do gramado. A trinca de meias que se movimenta e se aproxima de Adriano provou ser o melhor segundo atacante que o Flamengo poderia ter.

O Flamengo que bateu o Palmeiras no Palestra.
Além disso,
os problemas defensivos acabaram solucionados com a presença de um volante
(Willians) pelo lado direito, que ajuda a fechar os espaços por aquele flanco.
Na cabeça da área, Maldonado é outro pilar defensivo, enquanto Álvaro e Ronaldo
Angelim formam a dupla ideal de um zagueiro pronto para o enfrentamento físico
e outro técnico, que utiliza os atalhos do campo para desarmar.
Talvez seja mais fácil buscar no crescimento técnico dos jogadores do Flamengo o motivo para a arrancada flamenguista no Brasileirão. Só que o renascimento de nomes como Zé Roberto e Petkovic muito tem a ver com Andrade e sua troca de esquema tático, dando a jogadores de qualidade indiscutível as funções que melhor sabem desempenhar.
André Baibich, Goal.com
Desde que Émerson foi embora, mídia, torcida e o próprio treinador do Flamengo viram que achar o companheiro de Adriano no ataque era um problema a ser resolvido. Dênis Marques, contratado para preencher o vazio, nunca aprovou. Curiosamente, a solução encontrada por Andrade foi simplesmente retirar do time a figura do segundo atacante.
Do 3-5-2 que o Flamengo adotou nos últimos três anos, a equipe mudou para o 4-2-3-1. A princípio, o posicionamento dos jogadores não parecia lógico, principalmente com Willians aberto pelo lado direito. Só que a subida de produção de Zé Roberto foi evidente atuando pelo outro flanco, enquanto Petkovic se soltava como o articulador na parte central do gramado. A trinca de meias que se movimenta e se aproxima de Adriano provou ser o melhor segundo atacante que o Flamengo poderia ter.

O Flamengo que bateu o Palmeiras no Palestra.
Talvez seja mais fácil buscar no crescimento técnico dos jogadores do Flamengo o motivo para a arrancada flamenguista no Brasileirão. Só que o renascimento de nomes como Zé Roberto e Petkovic muito tem a ver com Andrade e sua troca de esquema tático, dando a jogadores de qualidade indiscutível as funções que melhor sabem desempenhar.
André Baibich, Goal.com
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