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Neste domingo, contra o Náutico, às 16h, nos Aflitos, Obina é a esperança de um Verdão quase entregue à Série B do ano que vem

Neste domingo, contra o Náutico, às 16h, nos Aflitos, Obina é a esperança de um Verdão quase entregue à Série B do ano que vem.

"Já está na hora de ajudar o Palmeiras a sair dessa situação. Consegui ajudar o Flamengo, vivi ótimos momentos por lá, ainda bem. Foi um gol muito importante para a minha carreira. Mas não é só o Obina que vai tirar o Palmeiras do rebaixamento, é o grupo todo. O que eu puder fazer, farei", disse o atacante

Obina não luta só pelo Palmeiras. Luta por ele mesmo. Seu contrato de empréstimo vence em 31 de dezembro, e ele quer muito ficar. Os direitos econômicos do atacante pertencem ao Shandong Luneng, da China, que só aceitou liberá-lo depois de muita insistência da diretoria alviverde. Por isso, cada oportunidade é uma decisão “dobrada” para Obina: tentando salvar o Verdão e a si próprio.

"O fim do ano está chegando, não tive as oportunidades ideais para ajudar o time, então preciso muito aproveitar essa nova chance. Quero passar um fim de ano tranquilo com a minha família. Já manifestei esse desejo de permanecer no Palmeiras, independentemente da situação. Abri mão de muitas coisas para jogar no Palmeiras, todos sabem disso. Mas a resolução cabe à diretoria",ressaltou Obina.

Desde seu retorno ao Palmeiras, em julho, Obina fez apenas três gols. Muito pouco para quem queria concorrer a uma vaga no ataque com o artilheiro Barcos, que já marcou 23 vezes na temporada. Ele sabe que precisa mostrar mais para ganhar um novo contrato. A diretoria ainda não se manifestou sobre a intenção de mantê-lo ou não no elenco.

"Espero suprir a ausência do Barcos com gols. Não tenho muitas oportunidades, então essa eu vou agarrar, pode ter certeza",discursou o atacante.


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