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FICHA TÁTICA: Internacional 2 x 2 Corinthians
Com a marcação bem feita o talento de seus atacantes decidiu o jogo para o Corinthians ainda no primeiro tempo. Corinthians campeão da Copa do Brasil
História
do jogo: O Inter
buscou o ataque desde o início do jogo, procurando uma marcação sobre pressão
que por alguns instantes pareceu funcionar muito bem, entretanto faltou
intensidade para as ações coloradas. Já ao Corinthians restava o contra-ataque
que sempre bem distribuídos por Douglas originaram lances de perigo. Numa
dessas escapadas o Corinthians abriu o marcador. Daí em diante o Corinthians
sobrou no primeiro tempo, e a classe de Ronaldo em uma jogada de visão deu mais
um gol para o clube paulista. Se não fosse a altivez do Fenômeno, o primeiro
tempo poderia ter terminado até com uma vantagem maior.
No segundo tempo o técnico Tite buscou alternativas para melhor sua criação ofensiva com as entradas de Andrézinho e Alecsandro, construindo uma reação para o colorado que conseguiu chegar ao empate, muito também pelo desinteresse do Corinthians na partida, que se definiu ainda no primeiro tempo. Mano Menezes fez algumas substituições pontuais buscando manter a posse de bola e a vantagem construída ao longo das duas partidas. No fim o título merecido para o Corinthians, pelo que construiu ao longo da competição, crescendo muito na decisão
Esquemas táticos: O Internacional atuou na sua formação mais habitual, o 4-3-1-2, com três volantes, e um meia de criação que foi D’Alessandro, Na frente Nilmar e Taison procuravam alternar os lados do campo, porém sem muito eficiência. Pro segundo tempo, precisando de 5 gols o técnico Tite tentou um esquema com três atacantes com a entrada de Alecsandro no lugar de Glaydson, porém sem eficiência. Com a entrada de Andrezinho no lugar de Taison, voltando para um esquema mais próximo do inicial, a equipe melhorou e conseguiu chegar ao empate.
O Corinthians iniciou jogando no 4-2-3-1, com Douglas, Jorge Henrique e Dentinho chegando ao auxílio de Ronaldo. Por muitas vezes com a bola a equipe se postava num 4-2-1-3 com Dentinho e Jorge Henrique abertos nas pontas. No segundo tempo Mano optou por um esquema mais defensivo principalmente com a entrada de Jean no lugar de Dentinho, passando o Corinthians a jogar com três zagueiros.
Destaques individuais: O conjunto corintiano poderia ser visto como o principal destaque do jogo, já que todas as jogadas de ataque, principalmente no primeiro tempo, foram bem trabalhadas, destacando a do segundo gol, que teve o brilhantismo de Ronaldo numa troca de passes que deixou André Santos em condições de fazer o gol.
Meu destaque individual fica aqui para as grandes defesas de Felipe que não deixou com que o Internacional crescesse na partida.
Destaques negativos: D’Alessandro decepcionou no primeiro tempo. A pouca movimentação do meia, e a comum arrogância e falta de calma ainda lhe renderam um cartão amarelo por reclamação, e no segundo tempo cavou sua expulsão no meio de uma confusão armada após o gol de empate colorado. Faltou técnica e brilhantismo, e sobrou nervosismo para aquele quer deveria ser o maestro colorado.
Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro teve bastante trabalho no primeiro tempo de jogo, com entradas duras dos dois lados e alguns cartões distribuídos. Ficou por sua conta uma falta duvidosa não marcada que o Internacional poderia reclamar no lance que deu origem ao primeiro gol corintiano. No segundo tempo de um jogo já praticamente decidido, o árbitro teve muitos problemas disciplinares que terminaram com as expulsões de Tite e D’Alessandro por parte do Inter e, Mano Menezes e Elias por parte do Corinthians.
Muitos cartões amarelos e alguns vermelhos marcaram essa decisão brigada, mais no discurso que na bola. Uma arbitragem razoável para um jogo muito nervoso.
Goal.com
No segundo tempo o técnico Tite buscou alternativas para melhor sua criação ofensiva com as entradas de Andrézinho e Alecsandro, construindo uma reação para o colorado que conseguiu chegar ao empate, muito também pelo desinteresse do Corinthians na partida, que se definiu ainda no primeiro tempo. Mano Menezes fez algumas substituições pontuais buscando manter a posse de bola e a vantagem construída ao longo das duas partidas. No fim o título merecido para o Corinthians, pelo que construiu ao longo da competição, crescendo muito na decisão
Esquemas táticos: O Internacional atuou na sua formação mais habitual, o 4-3-1-2, com três volantes, e um meia de criação que foi D’Alessandro, Na frente Nilmar e Taison procuravam alternar os lados do campo, porém sem muito eficiência. Pro segundo tempo, precisando de 5 gols o técnico Tite tentou um esquema com três atacantes com a entrada de Alecsandro no lugar de Glaydson, porém sem eficiência. Com a entrada de Andrezinho no lugar de Taison, voltando para um esquema mais próximo do inicial, a equipe melhorou e conseguiu chegar ao empate.
O Corinthians iniciou jogando no 4-2-3-1, com Douglas, Jorge Henrique e Dentinho chegando ao auxílio de Ronaldo. Por muitas vezes com a bola a equipe se postava num 4-2-1-3 com Dentinho e Jorge Henrique abertos nas pontas. No segundo tempo Mano optou por um esquema mais defensivo principalmente com a entrada de Jean no lugar de Dentinho, passando o Corinthians a jogar com três zagueiros.
Destaques individuais: O conjunto corintiano poderia ser visto como o principal destaque do jogo, já que todas as jogadas de ataque, principalmente no primeiro tempo, foram bem trabalhadas, destacando a do segundo gol, que teve o brilhantismo de Ronaldo numa troca de passes que deixou André Santos em condições de fazer o gol.
Meu destaque individual fica aqui para as grandes defesas de Felipe que não deixou com que o Internacional crescesse na partida.
Destaques negativos: D’Alessandro decepcionou no primeiro tempo. A pouca movimentação do meia, e a comum arrogância e falta de calma ainda lhe renderam um cartão amarelo por reclamação, e no segundo tempo cavou sua expulsão no meio de uma confusão armada após o gol de empate colorado. Faltou técnica e brilhantismo, e sobrou nervosismo para aquele quer deveria ser o maestro colorado.
Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro teve bastante trabalho no primeiro tempo de jogo, com entradas duras dos dois lados e alguns cartões distribuídos. Ficou por sua conta uma falta duvidosa não marcada que o Internacional poderia reclamar no lance que deu origem ao primeiro gol corintiano. No segundo tempo de um jogo já praticamente decidido, o árbitro teve muitos problemas disciplinares que terminaram com as expulsões de Tite e D’Alessandro por parte do Inter e, Mano Menezes e Elias por parte do Corinthians.
Muitos cartões amarelos e alguns vermelhos marcaram essa decisão brigada, mais no discurso que na bola. Uma arbitragem razoável para um jogo muito nervoso.
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