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Mesmo com o atraso nas obras de estádios e aeroportos, além das denúncias de corrupção na Fifa, Aldo Rebelo não teme qualquer interferência para a Copa do Mundo de 2014.

As denúncias de corrupção na Fifa fizeram com que o juiz alemão Joachim Eckert, desde julho co-presidente do Comitê de Ética da entidade, pressionasse o presidente Joseph Blatter a prestar esclarecimentos em torno de possíveis atividades ilícitas durante seu mandato. O ministro do esporte Aldo Rebelo acompanha com atenção os desdobramentos desta questão.

Mesmo com os problemas que a Fifa vêm enfrentando, o governo federal parece não temer qualquer interferência na Copa do Mundo de 2014. "Vamos aguardar. Está em ação uma investigação da própria Fifa. Eu não vou dizer à Fifa o que ela tem que fazer, mas imagino que seja de interesse do presidente e da Fifa tornar a entidade transparente para o mundo", afirmou o ministro.

Rebelo também se mostrou otimista em relação às obras de estádios e aeroportos para a Copa. "O balanço que faço é que todos estão dentro do prazo, cumprindo o cronograma", disse. Ele garantiu que todas obras em estádios da Copa de 2014 estão dentro do cronograma. A sua preocupação é apenas em relação a Arena Pernambuco, em Recife, que talvez não fique pronta para receber a Copa das Confederações do próximo ano. "Nós, junto com a Fifa, temos até novembro para uma definição. O governo e a empresa responsável pela obra estão fazendo todo o esforço para disponibilizá-lo. Para 2014, todos estão dentro do prazo. Estou muito otimista. Não é pouco, não".

Entretanto, boa parte das obras de mobilidade urbana correm o risco de não ser entregues. Segundo um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), 5% dos valores previstos para a realização das obras já foram desembolsados. O ministro explicou que tais projetos não são de responsabilidade da sua pasta:

"Nós temos acompanhado todas as obras, tanto de estádios quanto de mobilidade urbana. Não são obras de responsabilidade do ministério, são do Governo Federal e a maioria de prefeitura e governos estaduais. Uma parte importante das obras não faz parte da esfera da Fifa. A Fifa quer os estádios, os aeroportos e um ou outro acesso entre estádios e hotelaria. Nós incluímos no PAC porque isso torna a Copa melhor. A minha expectativa é a que recebo das prefeituras e governos estaduais: as obras serão entregues", finalizou.

As informações são do Terra.

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