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Membro do comitê organizador da última Copa, Danny Jordaan pede agilidade ao país

Não só os estádios e as cidades-sede, mas a legislação brasileira para a Copa do Mundo de 2014 também tem sofrido com os atrasos, vide o segundo adiamento da votação da Lei Geral da Copa pela Câmara Federal.

Destaque na 2º Conferência Internacional em Segurança no Esporte, em Doha (Catar), Danny Jordaan, peça-chave do comitê organizador sul-africano do último Mundial, manda um aviso ao país do futebol: o tempo acabou.

"Não, não há [mais tempo a perder]. Porque a Copa do Confederações é em junho do ano que vem. E o sorteio final deve ser no fim de 2013, e aí só tem seis meses até a Copa. Então o tempo está se esgotando, o tempo não para, e portanto precisamos avançar para as questões que precisam de atenção urgente", afirmou, conforme publicado no Folha de São Paulo.

Para o executivo, é preciso superar a indefinição no comando do Comitê Organizador Local (COL), e também os impasses entre governo federal e FIFA.

"Espero que essas questões sejam resolvidas logo, porque a verdade é que você tem três componentes: o governo, a Fifa e o comitê organizador. Nenhum dos três pode sediar a Copa do Mundo sozinho. Você precisa do governo federal, do comitê organizador e da Fifa juntos."

Jordaan também lembrou que o megaevento não faz milagres no país-sede, mas que ajudou a melhorar a imagem da África do Sul.

"Antes, éramos vistos com a terra do Nelson Mandela e da violência por tudo que aconteceu nos anos anteriores. Agora, somos vistos com a terra do Mandela e do futebol", encerrou.

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