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FICHA TÁTICA: Estudiantes 0 x 0 Cruzeiro
Time mineiro suportou a pressão e conseguiu dominar a partida na parte final do segundo tempo.
História do
jogo:
O Estudiantes começou marcando a saída de bola do Cruzeiro e encurralando a equipe brasileira em seu campo. Aos poucos, o time de Adilson Batista saiu para o jogo e o tornou igual por alguns minutos. No final do primeiro tempo, porém, a equipe argentina voltou à carga forçando as jogadas com Fernandez. Na segunda etapa, o Estudiantes pressionou com a bola aérea até os 25 minutos, quando o Cruzeiro saiu de trás e passou a dominar o jogo, aproveitando-se do cansaço de seu adversário e desperdiçando boas chances para marcar o gol e levar para o Mineirão um resultado ainda melhor.
Esquemas táticos:
O Estudiantes trocou suas tradicionais duas linhas de quatro por um 4-1-3-2 na maior parte do jogo, segurando Braña atrás para que Verón, Perez e Benítez chegassem nos atacantes. Já o Cruzeiro jogou no 4-2-2-2, com Ramires e Wagner na articulação.
Destaques individuais:
Pelo lado do Estudiantes, Perez foi o jogador mais lúcido de meio-campo, movimentado-se intensamente e alimentando os atacantes. No Cruzeiro, as defesas fenomenais de Fabio impediram que os momentos de pressão do adversário fossem refletidos no placar.
Destaques negativos:
No Estudiantes, o lateral Cellay parecia nervoso e errando muitos passes. No Cruzeiro, Wellington Paulista quase não participou da partida, além de ter passado o jogo inteiro prestes a arrumar uma confusão com os zagueiros adversários.
Arbitragem:
Jorge Larrionda fugiu um pouco de sua característica ao brecar bastante o jogo. Acredito, porém, que o uruguaio tomou a atitude correta, já que os jogadores passaram o jogo inteiro no limite entre a provocação e a agressão física. No final, o árbitro não teve influência direta no resultado da partida.
André Baibich, Goal.com
O Estudiantes começou marcando a saída de bola do Cruzeiro e encurralando a equipe brasileira em seu campo. Aos poucos, o time de Adilson Batista saiu para o jogo e o tornou igual por alguns minutos. No final do primeiro tempo, porém, a equipe argentina voltou à carga forçando as jogadas com Fernandez. Na segunda etapa, o Estudiantes pressionou com a bola aérea até os 25 minutos, quando o Cruzeiro saiu de trás e passou a dominar o jogo, aproveitando-se do cansaço de seu adversário e desperdiçando boas chances para marcar o gol e levar para o Mineirão um resultado ainda melhor.
Esquemas táticos:
O Estudiantes trocou suas tradicionais duas linhas de quatro por um 4-1-3-2 na maior parte do jogo, segurando Braña atrás para que Verón, Perez e Benítez chegassem nos atacantes. Já o Cruzeiro jogou no 4-2-2-2, com Ramires e Wagner na articulação.
Destaques individuais:
Pelo lado do Estudiantes, Perez foi o jogador mais lúcido de meio-campo, movimentado-se intensamente e alimentando os atacantes. No Cruzeiro, as defesas fenomenais de Fabio impediram que os momentos de pressão do adversário fossem refletidos no placar.
Destaques negativos:
No Estudiantes, o lateral Cellay parecia nervoso e errando muitos passes. No Cruzeiro, Wellington Paulista quase não participou da partida, além de ter passado o jogo inteiro prestes a arrumar uma confusão com os zagueiros adversários.
Arbitragem:
Jorge Larrionda fugiu um pouco de sua característica ao brecar bastante o jogo. Acredito, porém, que o uruguaio tomou a atitude correta, já que os jogadores passaram o jogo inteiro no limite entre a provocação e a agressão física. No final, o árbitro não teve influência direta no resultado da partida.
André Baibich, Goal.com
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