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Para meia holandês, desistência dos rossoneros só reforça o preconceito racial no futebol

Parece que a atitude do Milan no amistoso contra o Pro Patria não foi bem recebida por todos. Para o meia Clarence Seedorf, que defendeu o clube por dez anos, deixar o campo em virtude das ofensas racistas por parte da torcida adversária não contribui em nada para a luta contra o preconceito no futebol.

"Não acho que isso [deixar o campo] tenha sido algo tão incrível assim", contou à BBC Radio 5.

"Estas pessoas saem fortalecidas com o que aconteceu. O certo é que elas sejam identificadas e expulsas dos estádios."

M'Baye Niang, Sulley Muntari e Kevin-Prince Boateng foram as principais vítimas dos cantos ofensivos proferidos pela torcida. O ganês reagiu chutando uma bola em direção à torcida com apenas 26 minutos de jogo, antes de deixar o gramado com os companheiros.

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