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Greve deve seguir na Itália
A primeira rodada do Italiano não deve acontecer neste final de semana
Getty Images
O Italiano não deve começar neste final de semana. Após um encontro na tarde desta quinta-feira, a Federação Italiana de Futebol (FIGC), a Lega Calcio e a Associação de Jogadores Italianos (AIC) não alcançaram um acerto a respeito do novo contrato coletivo. Deste modo, a greve dos jogadores prometida para sábado e domingo está mantida.
A reunião desta quinta-feira seria crucial para a definição da primeira rodada do Calccio, porém não aconteceu o acerto desejado. A entidade dos jogadores já assinou o novo contrato coletivo em maio deste ano, mas a Lega ainda tenta negociar. O presidente da Lega Calcio, Maurizio Beretta, adjetiva a greve como "incompreensível e insustentável".
"Nós temos dito nos últimos dias e repetimos hoje: sem assinatura do acordo coletivo, os jogadores não entram em campo sábado e domingo. Um minuto após a assinatura do acordo, todos estarão prontos para jogar", disse Damiano Tommasi, representante dos jogadores, de acordo com o site da ESPN Brasil.
Primeiramente, o ponto de divergência nas negociações foi o artigo 7 do convênio, que dava o poder ao clube de fazer determinado jogador trenar separadamente do resto do grupo. Para a AIC, esta medida pode criar transtornos para o jogador e o grupo.
Nos últimos dias, esse ponto de confronto se somou à introdução do "imposto de solidariedade", incluído no último plano de reajuste aprovado previamente pelo governo de Silvio Berlusconi O imposto prevê cravar com 5% adicional as rendas anuais que superem 90 mil euros e com 10% as que passem de 150 mil euros.
A greve deve durar mais tempo na Itália, e, assim como na Espanha, o primeiro jogo da temporada, possivelmente, mudará de data.
A reunião desta quinta-feira seria crucial para a definição da primeira rodada do Calccio, porém não aconteceu o acerto desejado. A entidade dos jogadores já assinou o novo contrato coletivo em maio deste ano, mas a Lega ainda tenta negociar. O presidente da Lega Calcio, Maurizio Beretta, adjetiva a greve como "incompreensível e insustentável".
"Nós temos dito nos últimos dias e repetimos hoje: sem assinatura do acordo coletivo, os jogadores não entram em campo sábado e domingo. Um minuto após a assinatura do acordo, todos estarão prontos para jogar", disse Damiano Tommasi, representante dos jogadores, de acordo com o site da ESPN Brasil.
Primeiramente, o ponto de divergência nas negociações foi o artigo 7 do convênio, que dava o poder ao clube de fazer determinado jogador trenar separadamente do resto do grupo. Para a AIC, esta medida pode criar transtornos para o jogador e o grupo.
Nos últimos dias, esse ponto de confronto se somou à introdução do "imposto de solidariedade", incluído no último plano de reajuste aprovado previamente pelo governo de Silvio Berlusconi O imposto prevê cravar com 5% adicional as rendas anuais que superem 90 mil euros e com 10% as que passem de 150 mil euros.
A greve deve durar mais tempo na Itália, e, assim como na Espanha, o primeiro jogo da temporada, possivelmente, mudará de data.
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