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ANÁLISE: Santos 1 x 3 Corinthians
Time de Mano Menezes foi objetivo e aproveitou suas chances para vencer.
Não foi uma atuação brilhante a do Corinthians na
importantíssima vitória diante do Santos no primeiro jogo da final do Campeonato
Paulista. A razão pela qual a equipe de Mano Menezes chegou ao placar de 3 a 1
foi sua frieza para aguentar a pressão santista e a capacidade para aproveitar
as oportunidades que se apresentaram durante o jogo.
A partida na Vila Belmiro começou igual, com as duas equipes buscando o campo ofensivo. O Corinthians mostrava triangulações pelo lado esquerdo com Douglas, Morais e André Santos, e em uma delas cavou a falta batida por Chicão, que decretou a abertura do placar. Organizado atrás, o time de Mano suportou os primeiros momentos de pressão do Santos em busca do empate com certa tranquilidade, e ainda contou com um erro de posicionamento da defesa adversária para ampliar o placar.
Foram os últimos minutos da primeira etapa que demonstraram o domínio mais contundente do Santos, com marcação na saída de bola do Corinthians e as combinações entre Madson e Triguinho que proporcionaram várias chances de gol desperdiçadas pelos comandados de Vágner Mancini. Esse desenho tático da partida durou até os 20 minutos da segunda etapa, com o time santista sempre com a posse da bola e ocupando o campo ofensivo.
Aos poucos, a marcação-pressão do Santos arrefeceu, e o Corinthians conseguiu sair um pouco de trás. A saída não era veloz em contra-ataques, mas cadenciada, com toques de bola para manter o perigo longe do gol de Felipe e dar um descanso para a defesa. Mesmo assim, em mais uma tentativa santista, Madson e Triguinho se aproximaram novamente e dali saiu o gol da equipe do litoral paulista.
Foi aí que o Corinthians conseguiu, pela primeira vez, fazer a transição rápida entre defesa e ataque, ligando um contra-golpe que encontrou Ronaldo com certo espaço para fazer uma jogada genial e matar o jogo. Com 3 a 1 no marcador, foi segurar a vantagem atrás e garantir um resultado que faz o Timão colocar uma mão na taça de campeão paulista.
André Baibich, Goal.com
A partida na Vila Belmiro começou igual, com as duas equipes buscando o campo ofensivo. O Corinthians mostrava triangulações pelo lado esquerdo com Douglas, Morais e André Santos, e em uma delas cavou a falta batida por Chicão, que decretou a abertura do placar. Organizado atrás, o time de Mano suportou os primeiros momentos de pressão do Santos em busca do empate com certa tranquilidade, e ainda contou com um erro de posicionamento da defesa adversária para ampliar o placar.
Foram os últimos minutos da primeira etapa que demonstraram o domínio mais contundente do Santos, com marcação na saída de bola do Corinthians e as combinações entre Madson e Triguinho que proporcionaram várias chances de gol desperdiçadas pelos comandados de Vágner Mancini. Esse desenho tático da partida durou até os 20 minutos da segunda etapa, com o time santista sempre com a posse da bola e ocupando o campo ofensivo.
Aos poucos, a marcação-pressão do Santos arrefeceu, e o Corinthians conseguiu sair um pouco de trás. A saída não era veloz em contra-ataques, mas cadenciada, com toques de bola para manter o perigo longe do gol de Felipe e dar um descanso para a defesa. Mesmo assim, em mais uma tentativa santista, Madson e Triguinho se aproximaram novamente e dali saiu o gol da equipe do litoral paulista.
Foi aí que o Corinthians conseguiu, pela primeira vez, fazer a transição rápida entre defesa e ataque, ligando um contra-golpe que encontrou Ronaldo com certo espaço para fazer uma jogada genial e matar o jogo. Com 3 a 1 no marcador, foi segurar a vantagem atrás e garantir um resultado que faz o Timão colocar uma mão na taça de campeão paulista.
André Baibich, Goal.com
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