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Fechamento será provisório até que sejam feitas as perícias e investigações para evitar mais problemas

O Grêmio emitiu uma nota oficial em seu site afirmando que irá fechar o setor da Arena onde os torcedores fazem a "avalanche" após o acidente desta quarta-feira em partida contra a LDU.

"Em virtude dos fatos ocorridos durante a partida entre o Grêmio e o LDU na noite da última quarta-feira, 30, a Arena Porto-Alegrense e o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense comunicam que o setor norte - Nível 1, Arquibancada - não será utilizada até que sejam concluídas as perícias e investigações pelos órgãos competentes, bem como adotadas as medidas necessárias para preservar a segurança dos torcedores e do público em geral que frequenta aquele setor da Arena.

Arena Porto-Alegrense S.A. e Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense", disse o comunicado.

Se depender do Corpo de Bombeiros, a Arena não terá mais a "avalanche".

"A avalanche na Arena do Grêmio será proibida", garantiu o coronel Guido Pedroso de Melo em matéria publicada no site ClicRBS.

"Na época em que nos manifestamos contrários, recebemos todos os tipos de pressão, de dirigentes, de políticos e de muitos setores da sociedade. Concedemos uma licença provisória até o final de fevereiro, mas antes mesmo do fim da vigência, vamos proibir a avalanche lá. Se não tivéssemos obrigado eles a colocarem barreiras de metal antiesmagamento, poderíamos estar lamentando uma tragédia hoje. Por sorte, não tivemos casos graves", completou o comandante do Corpo de Bombeiros.

O presidente da CBF, José Maria Marin, afirmou em entrevista coletiva durante o lançamento da nova camisa da Seleção Brasileira, que o acompanhamento será feito de perto e relembrou que o Brasil terá um jogo amistoso na Arena do Grêmio.

"A gente lamenta profundamente qualquer acidente que ocorre em qualquer estádio do Brasil, ainda estamos lamentando e sofrendo os esfeitos daquela grande tragédia no Rio Grande do Sul. Graças a Deus, a proporção foi bem menor, mas foi um sinal de alerta. Providências precisam ser tomadas. Foi dentro daquela euforia, mas os torcedores devem ter seus limites, e a CBF está acompanhando tudo de perto, mas com tranquilidade, sem causa pânico", disse Marin.





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