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Campeonato Brasileiro

  • 23 de setembro de 2012
  • • 16:00
  • • Moisés Lucarelli, Campinas, São Paulo
  • Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento
  • • Público total: 7161
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Ponte Preta 0 x 0 Vasco: Jogo em Campinas é disputado mas tem poucas chances criadas

Ponte Preta 0 x 0 Vasco: Jogo em Campinas é disputado mas tem poucas chances criadas

Marcelo Sadio/Vasco.com.br

Equipes buscaram a vitória mas faltou qualidade na criação: meio cruzmaltino com Felipe e Juninho não funciona e Ponte peca no último passe, apesar do domínio.

Em jogo válido pela 26ª rodada do Brasileirão, a Ponte Preta recebeu o Vasco em Campinas e o jogo resultou em empate por zero a zero. Poucas chances foram criadas pelas duas equipes durante a partida e o empate acaba sendo ruim para ambas. Na próxima rodada, o Vasco recebe o Figueirense em São Januário enquanto a Ponte visita o Palmeiras no Pacaembu. Os cariocas se mantém na 4ª posição e a Macaca segue ocupando a 10ª colocação.

Ponte Preta marca forte e domina primeiro tempo; meio campo do Vasco cria uma única jogada


Se a escalação de Felipe e Juninho juntos no meio campo foi a pauta de inúmeros debates enquanto Cristóvão Borges estava no comando do clube de São Januário, parece que as opiniões permanecerão divididas.

A Ponte iniciou melhor o jogo. Marcando no campo do Vasco, o time de Campinas obrigou os visitantes a se livrarem da posse de bola seguidas vezes, além de pressionar pelo primeiro gol da partida. Renato Silva - ainda recuperando o ritmo de jogo - era o que mais dava trabalho aos gandulas da Macaca. Aos 9 minutos, Roger recebeu de Nikão e bateu de primeira da entrada da área, mas a bola desviou providencialmente e acabou em escanteio. Dois minutos depois, Jonas deixou verdadeira avenida na direita e Nikão recebeu dentro da área com muito espaço, mas demorou para definir e acabou optando pelo cruzamento rasteiro buscando o meio, que venceu Prass mas parou em Dedé.

A pressão dos donos da casa continuava e a saída para os comandados de Marcelo Oliveira era suportar do jeito que era possível. Aos 18 minutos, na chance mais perigosa da primeira etapa, Roger não tomou conhecimento da marcação de Wendel e testou firme, para excelente defesa de Prass, evitando o primeiro gol.

Fazendo um primeiro tempo muito abaixo da média, o time cruzmaltino encontrava enormes dificuldades para criar e apenas no minuto 45 consegiu articular de fato uma jogada - em contra-ataque puxado por Juninho e Felipe, que resultou em cruzamento errado de Jonas.

Mas a primeira chance apareceu aos 25, com a assinatura do "Reizinho", como Juninho é chamado pelos torcedores. O meia lançou da própria área para Eder Luis em ótimas condições no ataque. Ele cruzou na cabeça de Alecsandro, mas o centroavante testou mal, à esquerda de Edson Bastos. Aos 39, o capitão cruzmaltino teve oportunidade em cobrança de falta, mas mandou sem perigo por cima do gol da Ponte.

Donos da casa "ocupam" campo do Vasco nos primeiros minutos mas jogo cai tática e tecnicamente e acaba sem gols


Mal havia começado o primeiro tempo e o time da Ponte Preta já havia tido duas chances de abrir o placar. Após levantamento na área do Vasco, Renato Silva cortou mal e deu de presente para Luan, que bateu em cima do defensor. Na cobrança de escanteio, Roger apareceu livre na pequena área e mandou de voleio por cima, perdendo chance incrível de marcar.

O Vasco respondeu com Felipe, aos 8 minutos, na única vez que o meia partiu pra cima enquanto esteve em campo. Sem opções, ele passou pelo marcador na esquerda e mandou para a área buscando Alecsandro, mas o goleiro Edson Bastos saiu para fazer a defesa.

Aos 12, mais um susto para a defesa cruzmaltina. Com William Matheus machucado - substituído por Fellipe Bastos - e Wendel ocupando a lateral esquerda, Luan recebeu lançamento com muito campo à frente, invadiu a área mas na hora de finalizar demorou uma eternidade e acabou desarmado.

O ritmo do jogo diminuiu ligeiramente, mas a Ponte seguia dominando, com mais posse de bola e sem ser agredida pelo ataque vascaíno. Com 21 minutos, Rildo recebeu em velocidade, invadiu a área e fez o breque. Neste momento, Renato Silva - que acompanhava o atacante - acertou um tapa que fez o jogador pontepretano desabar no gramado, mas o árbitro entendeu o lance como normal e mandou seguir, para desespero de Rildo e revolta dos cerca de 7 mil presentes.

Numa das poucas vezes que levou perigo ao gol da Ponte no jogo, o time carioca chegou com Alecsandro aos 27, que aproveitou furada de Ferron para emendar bonita bicicleta, que passou próxima ao canto esquerdo de Edson Bastos.

As equipes passaram a buscar a vitória com ímpeto, porém sem muita velocidade. Nikão teve uma última chance mas errou passe crucial no ataque aos 37 minutos. E principalmente pela incapacidade da Ponte na armação dos contra-ataques, partida encerrada sem gols no Moisés Lucarelli.

     
   

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