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Disputada
dezembro 12, 2012 8:30 AM BRST
Toyota Stadium — Toyota
Árbitro: M. Rodríguez
Público total: 31417
dezembro 12, 2012 8:30 AM BRST
Toyota Stadium — Toyota
Árbitro: M. Rodríguez
Público total: 31417
Melhor em campo
Paolo Guerrero
Corinthians
Corinthians
Mohammed Abu Trika
Al Ahly
Al Ahly
O Pior em campo
Al-Sayed Hamdy
Al Ahly
Al Ahly
Tite
Corinthians
Corinthians
Al-Ahly 0 x 1 Corinthians: Timão oscila durante a partida, mas segura resultado e vai à descisão em Yokohama!
Gol de Guerrero no primeiro tempo foi o diferencial de uma partida complicada
Matheus Harb
Getty
O Corinthians está na final do Mundial de Clubes FIFA 2012! Com muita garra e inteligência, o Timão fez 1 a 0, suportou a pressão do Al-Ahly em Toyota e se credenciou para brigar pelo título de melhor equipe do planeta! O peruano Guerrero anotou o único gol da partida no primeiro tempo.
O bom e velho Timão
Estreando no Mundial, era até compreensível que o Corinthians demonstrasse alguma afobação nos minutos iniciais, ainda mais diante de um time relativamente mais experiente como o Al-Ahly. Os egípcios não esperavam, no entanto, que o Timão conseguiria ficaria tão à vontade para dar início à sua característica marcação sob pressão e troca de passes paciente, em busca da melhor oportunidade para agredir o adversário.
Mesmo melhor postado, e consciente, em campo, o Timão teve enormes dificuldades para superar um adversário tão disposto a se resguardar e esperar o contragolpe para definir a partida. Talvez por isso, as oportunidades mais claras nos primeiros vinte minutos foram raras: os brasileiros chutaram a gol pela primeira vez aos nove minutos, com Douglas aproveitando sobra na entrada da área e chutando muito perto do pé da trave. Pelo lado dos africanos, Rabia apareceu nas costas da defesa para explorar um raro erro de posicionamento e cabecear com perigo.
O avanço cada vez mais perceptível de Paulinho no gramado coincidiu com o domínio cada vez mais amplo exercido pelos paulistas na metade final do primeiro tempo. O que não significou, necessariamente, o aparecimento de boas chances para abrir o marcador, já que os egípcios continuavam bem fechados atrás.
É bem verdade que o Timão não conseguia criar lances poucos óbvios, de criatividade capaz de desmontar a defesa adversária e deixar Guerrero em condições de abrir o placar. Pelo menos até os 29 minutos: Douglas cobrou escanteio, a zaga afastou e a bola retornou para o camisa 10. De primeira, pegando com a parte de fora do pé esquerdo, ele levantou novamente na área e o peruano, surgindo nas costas da defesa, tirou do goleiro Ekramy e fez 1 a 0.
Pressão egípcia e Timão na final
Sem dar chance para sustos até o término da primeira etapa, o Corinthians voltou do intervalo dosando mais as energias. Por um lado, a marcação menos agressiva trouxe o Al-Ahly para seu campo e abriu o campo para o contragolpe, por outro, se mostrou uma medida arriscada, ainda mais com a entrada do perigoso Abou Trika após o intervalo.
Os egípcios ganharam não só em posse de bola, mas passaram a criar algumas oportunidades especialmente perigosas ao longo dos 45 minutos finais. Rabia finalizou de muito longe aos 20 minutos e por pouco não testou Cássio. Que levou outro susto dois minutos mais tarde, quando Abou Trika achou Badik com um lançamento genial e fechou o ângulo para o atacante finalizar na rede, pelo lado de fora.
Tite logo tratou de mexer no time para renovar o fôlego do ataque e estabelecer de vez o contragolpe como a principal alternativa de sua equipe na partida. A partir da entrada de Romarinho, Paulinho ganhou alguém com quem dividir as preocupações da defesa, e chegou duas vezes com perigo ao longo dos trinta minutos. Na primeira delas, limpou a marcação após o pivô de Guerrero e chutou sobre a defesa. Depois, puxou ataque sozinho contra vários defensores a acabou se enrolando com a bola.
O final de jogo foi tenso, com o Al-Ahly tomando conta das ações, mas sempre barrado no ótimo trabalho defensivo dos comandados de Tite. A segurança de Cássio na bola aérea, mesmo após os cinco minutos de acréscimo, foram cruciais para garantir o Timão na grande final de Yokohama!
O bom e velho Timão
Estreando no Mundial, era até compreensível que o Corinthians demonstrasse alguma afobação nos minutos iniciais, ainda mais diante de um time relativamente mais experiente como o Al-Ahly. Os egípcios não esperavam, no entanto, que o Timão conseguiria ficaria tão à vontade para dar início à sua característica marcação sob pressão e troca de passes paciente, em busca da melhor oportunidade para agredir o adversário.
Mesmo melhor postado, e consciente, em campo, o Timão teve enormes dificuldades para superar um adversário tão disposto a se resguardar e esperar o contragolpe para definir a partida. Talvez por isso, as oportunidades mais claras nos primeiros vinte minutos foram raras: os brasileiros chutaram a gol pela primeira vez aos nove minutos, com Douglas aproveitando sobra na entrada da área e chutando muito perto do pé da trave. Pelo lado dos africanos, Rabia apareceu nas costas da defesa para explorar um raro erro de posicionamento e cabecear com perigo.
O avanço cada vez mais perceptível de Paulinho no gramado coincidiu com o domínio cada vez mais amplo exercido pelos paulistas na metade final do primeiro tempo. O que não significou, necessariamente, o aparecimento de boas chances para abrir o marcador, já que os egípcios continuavam bem fechados atrás.
É bem verdade que o Timão não conseguia criar lances poucos óbvios, de criatividade capaz de desmontar a defesa adversária e deixar Guerrero em condições de abrir o placar. Pelo menos até os 29 minutos: Douglas cobrou escanteio, a zaga afastou e a bola retornou para o camisa 10. De primeira, pegando com a parte de fora do pé esquerdo, ele levantou novamente na área e o peruano, surgindo nas costas da defesa, tirou do goleiro Ekramy e fez 1 a 0.
Pressão egípcia e Timão na final
Sem dar chance para sustos até o término da primeira etapa, o Corinthians voltou do intervalo dosando mais as energias. Por um lado, a marcação menos agressiva trouxe o Al-Ahly para seu campo e abriu o campo para o contragolpe, por outro, se mostrou uma medida arriscada, ainda mais com a entrada do perigoso Abou Trika após o intervalo.
Os egípcios ganharam não só em posse de bola, mas passaram a criar algumas oportunidades especialmente perigosas ao longo dos 45 minutos finais. Rabia finalizou de muito longe aos 20 minutos e por pouco não testou Cássio. Que levou outro susto dois minutos mais tarde, quando Abou Trika achou Badik com um lançamento genial e fechou o ângulo para o atacante finalizar na rede, pelo lado de fora.
Tite logo tratou de mexer no time para renovar o fôlego do ataque e estabelecer de vez o contragolpe como a principal alternativa de sua equipe na partida. A partir da entrada de Romarinho, Paulinho ganhou alguém com quem dividir as preocupações da defesa, e chegou duas vezes com perigo ao longo dos trinta minutos. Na primeira delas, limpou a marcação após o pivô de Guerrero e chutou sobre a defesa. Depois, puxou ataque sozinho contra vários defensores a acabou se enrolando com a bola.
O final de jogo foi tenso, com o Al-Ahly tomando conta das ações, mas sempre barrado no ótimo trabalho defensivo dos comandados de Tite. A segurança de Cássio na bola aérea, mesmo após os cinco minutos de acréscimo, foram cruciais para garantir o Timão na grande final de Yokohama!
Gol
Gol Contra
Pênalti
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo
Assistência
Pênalti defendido
Pênalti convertido
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo / Cartão Vermelho
Cartão Vermelho
Entra
Sai
Lesão
Nota do Goal.com
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Pior em Campo para os Fãs
Resultados
Vezes em BRST
Tempo Real
Final
scheduled
Suspenso
Cancelado
Postergado
Notícias da Partida
Artilheiros
| Jogador | Gols | Pênaltis | |
|---|---|---|---|
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César Fabián Delgado Meio-campista Monterrey |
3 | 0 |
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Hisato Sato Atacante Hiroshima |
3 | 0 |
|
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Paolo Guerrero Atacante Corinthians |
2 | 0 |
|
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J. Corona Meio-campista Monterrey |
2 | 0 |
|
|
Fernando Torres Atacante Chelsea |
1 | 0 |
