Disputada
janeiro 19, 2013 1:00 PM BRST
Etihad Stadium — Manchester
Árbitro: J. Moss
Público total: 47286
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Etihad Stadium — Manchester
Árbitro: J. Moss
Público total: 47286
Melhor em campo
David Silva
Man City
Man City
David Silva
Man City
Man City
O Pior em campo
Damien Duff
Fulham
Fulham
Roberto Mancini
Man City
Man City
Manchester City 2 x 0 Fulham: Atuação "pontual", com destaque para Silva, dá vitória ao City
Após marcar aos 2 minutos, equipe de Mancini "monopoliza" a posse de bola e explora os contra-ataques. Foi o espanhol que abriu o placar e definiu o resultado na segunda etapa.
por Matheus Quelhas
Getty
Com uma vitória fácil sobre o Fulham, o Manchester City manteve a diferença para o arquirrival Manchester United em no máximo sete pontos - os comandados de Alex Ferguson precisam de uma vitória sobre o Tottenham fora de casa amanhã para não verem sua "gordura" na liderança cair para quatro pontos. Mesmo com o respeitado Berbatov entre os titulares - que já provou seu valor justamente do lado vermelho da cidade de Manchester -, o time do Fulham caiu para a 14ª posição e está a seis pontos da zona de rebaixamento. Foi uma atuação que criou pouquíssimas dificuldades para os vice-líderes, ainda que os ares no Etihad Stadium não sejam dos mais tranquilos desde a eliminação precoce na Champions e o desempenho (não ocupando o primeiro lugar) no campeonato inglês.
City abre o placar no início e se mantém no controle
Não chega a ser uma surpresa quando - apesar da distância de sete pontos para o líder United - o City abre o placar cedo, principalmente contra times de plantel um pouco menos qualificado. Neste sábado, os Citizens abriram o placar logo aos 2 minutos, com David Silva completando chute forte de Dzeko da entrada da área.
Aos 9, Zabeleta poderia cruzar ou tentar invadir a área com a bola dominada, mas errou o domínio. A bola veio do lado esquerdo, em cruzamento de Milner que nenhum companheiro desviou na área. O Fulham melhorava, ficando mais com a posse da bola, mas não conseguia criar oportunidades claras.
A segunda boa chance do City após o gol marcado se deu pelos pés do autor do primeiro tento: David Silva. Ele recebeu de Barry na ponta e conseguiu o cruzamento na cabeça de Dzeko, mas o centroavante acabou testando em cima do goleiro Schwarzer. Muito depois, já aos 25, Tevez cobrou falta em boa posição na barreira.
Pode-se afirmar que a primeira oportunidade do lado visitante apareceu somente aos 33 minutos. Duff recebeu pela ponta e conseguiu cruzar entre Nastasic e Kompany para a testada de Sidwell, que foi pra fora. Com Ruiz voltando bastante para recompor o meio de campo, Berbatov permanecia muito isolado e com poucas participações.
Os donos da casa, ao abrirem o placar no início do jogo, se depararam com um Fulahm muito pouco inspirado. Fato que levou os comandados de Roberto Mancini a se acomodarem e aguardar os espaços cedidos no contra-ataque. David Silva era o mais acionado pelo lado azul, enquanto o búlgaro Berbatov seguia sem mal tocar na bola.
Silva marca mais uma vez e garante os três pontos
Na volta do intervalo, Tevez encontrou muito espaço e poderia ter iniciado uma jogada de gol logo aos 3 minutos. Ele puxou contra-ataque pelo meio mas prendeu muito e acabou desarmado, desperdiçando boa chance. O lance foi uma prévia do que se daria na segunda etapa, com o Fulham tentando atacar mas sem criar opornidades, enquanto o City seguia apostando nos contra-ataques.
E se o contra-ataque mal aproveitado foi uma prévia da segunda parte do jogo, o segundo gol dos citizens, aos 13, foi quase um replay. Mais uma vez o espanhol David Silva mostrou que está em forma e após receber bom passe dentro da área, o meia tocou na saída do goleiro Schwarzer para ampliar a vantagem.
Apenas um minuto depois, o mesmo Silva mostrou frieza ao receber dentro da área, praticamente de onde havia marcado seu segundo na partida, e esperar o arqueiro do Fulham sair para - novamente - tocar na saída do adversário. A bola passou raspando a trave esquerda no que poderia ter sido a consolidação de um hat-trick por parte do meia.
A equipe de Mancini voltou a ameaçar o gol adversário aos 38 minutos após boa jogada trabalhada com Aguero, que entrou no lugar de Tévez, limpou três marcadores dentro da área e abriu com Silva, que rolou de primeira para Dzeko. O bósnio buscou o ângulo e errou por pouco. Já nos acréscimos, o mesmo Dzeko perderia uma chance incrível de deixar sua marca, quando Clichy interceptou passe no campo de ataque e deu um presente para o centroavante, na marca da cal, que mandou por cima do gol.
O gesto do atacante - que levou as mãos à cabeça -, pode ser considerado como um retrato da situação do time de Manchester nesta Premier League: a vitória acontece, mas não o "algo a mais" (no caso desta partida, o terceiro gol) tão buscado pelos comandados de Roberto Mancini e pelo próprio técnico, que talvez permitisse alcançar os rivais no primeiro lugar. Com a vitória, os citizens se mantém na segunda posição e não deixam o arquirrival United se afastar ainda mais, mas seguem bem longe de voltar a ocupar o topo da tabela.
City abre o placar no início e se mantém no controle
Não chega a ser uma surpresa quando - apesar da distância de sete pontos para o líder United - o City abre o placar cedo, principalmente contra times de plantel um pouco menos qualificado. Neste sábado, os Citizens abriram o placar logo aos 2 minutos, com David Silva completando chute forte de Dzeko da entrada da área.
Aos 9, Zabeleta poderia cruzar ou tentar invadir a área com a bola dominada, mas errou o domínio. A bola veio do lado esquerdo, em cruzamento de Milner que nenhum companheiro desviou na área. O Fulham melhorava, ficando mais com a posse da bola, mas não conseguia criar oportunidades claras.
A segunda boa chance do City após o gol marcado se deu pelos pés do autor do primeiro tento: David Silva. Ele recebeu de Barry na ponta e conseguiu o cruzamento na cabeça de Dzeko, mas o centroavante acabou testando em cima do goleiro Schwarzer. Muito depois, já aos 25, Tevez cobrou falta em boa posição na barreira.
Pode-se afirmar que a primeira oportunidade do lado visitante apareceu somente aos 33 minutos. Duff recebeu pela ponta e conseguiu cruzar entre Nastasic e Kompany para a testada de Sidwell, que foi pra fora. Com Ruiz voltando bastante para recompor o meio de campo, Berbatov permanecia muito isolado e com poucas participações.
Os donos da casa, ao abrirem o placar no início do jogo, se depararam com um Fulahm muito pouco inspirado. Fato que levou os comandados de Roberto Mancini a se acomodarem e aguardar os espaços cedidos no contra-ataque. David Silva era o mais acionado pelo lado azul, enquanto o búlgaro Berbatov seguia sem mal tocar na bola.
Silva marca mais uma vez e garante os três pontos
Na volta do intervalo, Tevez encontrou muito espaço e poderia ter iniciado uma jogada de gol logo aos 3 minutos. Ele puxou contra-ataque pelo meio mas prendeu muito e acabou desarmado, desperdiçando boa chance. O lance foi uma prévia do que se daria na segunda etapa, com o Fulham tentando atacar mas sem criar opornidades, enquanto o City seguia apostando nos contra-ataques.
E se o contra-ataque mal aproveitado foi uma prévia da segunda parte do jogo, o segundo gol dos citizens, aos 13, foi quase um replay. Mais uma vez o espanhol David Silva mostrou que está em forma e após receber bom passe dentro da área, o meia tocou na saída do goleiro Schwarzer para ampliar a vantagem.
Apenas um minuto depois, o mesmo Silva mostrou frieza ao receber dentro da área, praticamente de onde havia marcado seu segundo na partida, e esperar o arqueiro do Fulham sair para - novamente - tocar na saída do adversário. A bola passou raspando a trave esquerda no que poderia ter sido a consolidação de um hat-trick por parte do meia.
A equipe de Mancini voltou a ameaçar o gol adversário aos 38 minutos após boa jogada trabalhada com Aguero, que entrou no lugar de Tévez, limpou três marcadores dentro da área e abriu com Silva, que rolou de primeira para Dzeko. O bósnio buscou o ângulo e errou por pouco. Já nos acréscimos, o mesmo Dzeko perderia uma chance incrível de deixar sua marca, quando Clichy interceptou passe no campo de ataque e deu um presente para o centroavante, na marca da cal, que mandou por cima do gol.
O gesto do atacante - que levou as mãos à cabeça -, pode ser considerado como um retrato da situação do time de Manchester nesta Premier League: a vitória acontece, mas não o "algo a mais" (no caso desta partida, o terceiro gol) tão buscado pelos comandados de Roberto Mancini e pelo próprio técnico, que talvez permitisse alcançar os rivais no primeiro lugar. Com a vitória, os citizens se mantém na segunda posição e não deixam o arquirrival United se afastar ainda mais, mas seguem bem longe de voltar a ocupar o topo da tabela.
Gol
Gol Contra
Pênalti
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo
Assistência
Pênalti defendido
Pênalti convertido
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo / Cartão Vermelho
Cartão Vermelho
Entra
Sai
Lesão
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Notícias da Partida
Artilheiros
| Jogador | Gols | Pênaltis | |
|---|---|---|---|
|
|
Robin van Persie Atacante Manchester United |
26 | 3 |
|
|
Luis Suárez Atacante Liverpool |
23 | 0 |
|
|
Gareth Bale Meio-campista Tottenham |
21 | 0 |
|
|
C. Benteke Atacante Aston Villa |
19 | 3 |
|
|
Michu Meio-campista Swansea City |
19 | 0 |
