Disputada
julho 29, 2012 11:00 AM BRT
Old Trafford — Manchester
Árbitro: Y. Nishimura
Público total: 66212
julho 29, 2012 11:00 AM BRT
Old Trafford — Manchester
Árbitro: Y. Nishimura
Público total: 66212
Brasil 3 x 1 Bielorrússia: Seleção supera susto inicial e garante classificação antecipada
Em Manchester, time de Mano Menezes dominou o duelo do início ao fim
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Como manda o figurino. Depois de repetir as dificuldades iniciais da estreia, o Brasil conseguiu se impor sobre a Bielorrússia e venceu a segunda partida nos Jogos Olímpicos por 3 a 1, gols de Pato, Neymar e Oscar. Renan marcou o gol do adversário.
O resultado garante o Brasil já na próxima fase em Londres, deixando a disputa pela segunda vaga entre os bielorrussos e os egípicios, que jogam em Glasgow na quarta-feira, às 10h30m. No mesmo dia 1º e na mesma hora, em Newcastle, a Seleção encara a Nova Zelândia.
Deja vu
Assim como aconteceu na estreia, o Brasil iniciou a partida de maneira desorganizada, sendo claramente surpreendido pela ousadia de seu adversário. Desta vez, porém, a punição foi pior: Kozlov recebeu com espaço na direita e cruzou. Renan, o camisa 10 naturalizado da Bielorrússia, cabeceou no chão, tirando de Neto e fazendo 1 a 0. Pouco depois, porém, Hulk dividiu com o goleiro Gutor após passe em profundidade, prova de que a Seleção estava entrando no jogo.
O gol de empate não demorou muito para sair: Neymar recebeu na esquerda aos 15 minutos, cortou para o meio e colocou na área. Pato apareceu no miolo da defesa e testou para as redes. Já no lance seguinte, Renan chutou de longe com perigo, dando a tônica de um duelo bastante disputado: se os bielorrussos jogavam atrás, e saíam com um bom numero de jogadores, o Brasil encontrava espaços na defesa através da habilidade de seus componentes.
Nos minutos finais da primeira etapa, a Seleção conseguiu se impor, mas não evitou uma bom contragolpe que quase recolocou o adversário em vantagem: Kornilenko recebeu passe em profundidade, limpou Juan e chegou perto do gol de Neto, mas demorou demais e permitiu à defesa se recompor. Já o Brasil apostou em Hulk, que levou perigo em dois chutes de média distância.
Virada ao natural
O segundo tempo começou como o primeiro se encerrou: a Seleção crescia frente a um adversário cada vez mais recuado, que tentava fazer o tempo passar quando tinha a posse de bola. Frente à dificuldade para entrar na área, a solução foi apelar para o talento individual: Oscar partiu sozinho pelo meio e viu seu chute de longe passar perto. Na sequência, aí sim um lance coletivo, com Marcelo. O ala chegou no fundo e cruzou para Pato, que desviou para o meio e quase achou um companheiro em condições.
Foi aí que Neymar resolveu aparecer de vez para o jogo. Saindo do lado esquerdo, o camisa 11 passou a frequentar outros espaços do gramado, confundindo a marcação e levando problemas para a defesa. Em uma destas vezes, foi sofrer uma falta quase no canto direito da área bielorrussa. Ele mesmo se apresentou para a cobrança e caprichou: bola no lado do goleiro Gutor, que se atirou mas não evitou a virada. Brasil 2 a 1.
A Bielorrússia tentou sair para o jogo na reta final, colocando mais um atacante, mas não foi o suficiente. A Seleção continuou encontrando espaços em lances individuais, que rendeu frutos apenas no último lance: Neymar recebeu passe em profundidade, cortou para o meio e deu um lindo toque de calcanhar para Oscar, que bateu firme de dentro da área para selar a vitória e a classificação verde-e-amarela.
O resultado garante o Brasil já na próxima fase em Londres, deixando a disputa pela segunda vaga entre os bielorrussos e os egípicios, que jogam em Glasgow na quarta-feira, às 10h30m. No mesmo dia 1º e na mesma hora, em Newcastle, a Seleção encara a Nova Zelândia.
Deja vu
Assim como aconteceu na estreia, o Brasil iniciou a partida de maneira desorganizada, sendo claramente surpreendido pela ousadia de seu adversário. Desta vez, porém, a punição foi pior: Kozlov recebeu com espaço na direita e cruzou. Renan, o camisa 10 naturalizado da Bielorrússia, cabeceou no chão, tirando de Neto e fazendo 1 a 0. Pouco depois, porém, Hulk dividiu com o goleiro Gutor após passe em profundidade, prova de que a Seleção estava entrando no jogo.
O gol de empate não demorou muito para sair: Neymar recebeu na esquerda aos 15 minutos, cortou para o meio e colocou na área. Pato apareceu no miolo da defesa e testou para as redes. Já no lance seguinte, Renan chutou de longe com perigo, dando a tônica de um duelo bastante disputado: se os bielorrussos jogavam atrás, e saíam com um bom numero de jogadores, o Brasil encontrava espaços na defesa através da habilidade de seus componentes.
Nos minutos finais da primeira etapa, a Seleção conseguiu se impor, mas não evitou uma bom contragolpe que quase recolocou o adversário em vantagem: Kornilenko recebeu passe em profundidade, limpou Juan e chegou perto do gol de Neto, mas demorou demais e permitiu à defesa se recompor. Já o Brasil apostou em Hulk, que levou perigo em dois chutes de média distância.
Virada ao natural
O segundo tempo começou como o primeiro se encerrou: a Seleção crescia frente a um adversário cada vez mais recuado, que tentava fazer o tempo passar quando tinha a posse de bola. Frente à dificuldade para entrar na área, a solução foi apelar para o talento individual: Oscar partiu sozinho pelo meio e viu seu chute de longe passar perto. Na sequência, aí sim um lance coletivo, com Marcelo. O ala chegou no fundo e cruzou para Pato, que desviou para o meio e quase achou um companheiro em condições.
Foi aí que Neymar resolveu aparecer de vez para o jogo. Saindo do lado esquerdo, o camisa 11 passou a frequentar outros espaços do gramado, confundindo a marcação e levando problemas para a defesa. Em uma destas vezes, foi sofrer uma falta quase no canto direito da área bielorrussa. Ele mesmo se apresentou para a cobrança e caprichou: bola no lado do goleiro Gutor, que se atirou mas não evitou a virada. Brasil 2 a 1.
A Bielorrússia tentou sair para o jogo na reta final, colocando mais um atacante, mas não foi o suficiente. A Seleção continuou encontrando espaços em lances individuais, que rendeu frutos apenas no último lance: Neymar recebeu passe em profundidade, cortou para o meio e deu um lindo toque de calcanhar para Oscar, que bateu firme de dentro da área para selar a vitória e a classificação verde-e-amarela.
Gol
Gol Contra
Pênalti
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo
Assistência
Pênalti defendido
Pênalti convertido
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo / Cartão Vermelho
Cartão Vermelho
Entra
Sai
Lesão
Nota do Goal.com
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Ranking Melhores & Piores
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Pior em Campo para os Fãs
Resultados
Vezes em BRT
Tempo Real
Final
scheduled
Suspenso
Cancelado
Postergado
Notícias da Partida
Artilheiros
| Jogador | Gols | Pênaltis | |
|---|---|---|---|
|
|
Leandro Damião Atacante Internacional |
6 | 0 |
|
|
Moussa Konaté Atacante Krasnodar |
5 | 0 |
|
|
O. Peralta Atacante Santos Laguna |
4 | 0 |
|
|
Giovani dos Santos Atacante Mallorca |
3 | 1 |
|
|
Neymar Atacante Santos |
3 | 1 |
