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Disputada
agosto 11, 2012 6:30 PM BRT
Estádio Governador Roberto Santos — Salvador de Bahia, Bahia
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio
Público total: 8946
agosto 11, 2012 6:30 PM BRT
Estádio Governador Roberto Santos — Salvador de Bahia, Bahia
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio
Público total: 8946
Bahia 0 x 1 Cruzeiro: após sofrer gol no início, time da casa pressiona muito mas não consegue marcar em Pituaçu
Marcando aos 9 minutos, o Cruzeiro se fechou buscando os contra-ataques. Mesmo pressionando muito durante todo o jogo, nada de gols do ataque do Bahia, o pior da competição.
Felipe Oliveira/EC Bahia
O Bahia perdeu mais uma no estádio de Pituaçu: um a zero para o Cruzeiro. E também mais uma vez o grande problema do time da casa foi o ataque. Maior posse de bola no primeiro e domínio total no segundo, sem entretanto conseguir colocar a bola na rede. Povoando a zona de rebaixamento na 18ª posição, o Bahia vai à Campinas encarar a Ponte Preta na próxima rodada. Já o Cruzeiro encurtou a distância para o pelotão da frente e está na 6ª posição com 26 pontos, dois a menos que o Grêmio, último time do G4. O time mineiro terá uma parada dura na próxima rodada: o terceiro colocado Fluminense, no estádio Independência.
Cruzeiro abre placar logo no início e Bahia tem dificuldades na criação de jogadas
Com as mudanças promovidas por Celso Roth, o time do Cruzeiro se manteve cauteloso, bem ao estilo do técnico, mas ganhou agilidade. Wellington Paulista, de volta ao time após três rodadas no banco, caiu bem pelo lado esquerdo, trazendo movimentação e deixando Borges bem centralizado.
Apesar de começar tentando pressionar o time mineiro, o Bahia acabou sofrendo o gol logo aos 9 minutos. Cruzamento de Ceará da direita, corte da defesa nos pés de Montillo e rede balançando. O meia colocou no canto direito de Marcelo Lomba, rente à trave, chutando cruzado.
O tento não modificou em nada a proposta dos dois times. Com mais posse de bola, o time da casa - que tem o pior ataque da competição - tentava penetrar a defesa do Cruzeiro. Destaque para o bom primeiro tempo do jovem Thiago Carvalho, que substituiu Victorino na zaga cruzeirense. O Bahia jogava pelos flancos, mas apelava muito aos cruzamentos na área, facilitando o trabalho dos defensores mineiros.
Outro boa atuação na primeira etapa foi a de Lucas Silva. O volante do Cruzeiro arriscou de fora da área aos 19 minutos e a bola passou com muito perigo à direita de Lomba. O Bahia seguia com relativo domínio da partida, mas sem criar grandes chances. O Cruzeiro abdicou totalmente do ataque, se furtando a esperar os contra-ataques. E foi numa dessas jogadas, já aos 40 minutos, que Wellington Paulista recuperou bola bem perto da área do Bahia e serviu Borges, livre e com o gol à sua frente, na entrada da pequena área. O centroavante perdeu chance inacreditável, mandando à esquerda do goleiro Lomba, que já estava batido no lance.
Antes do intervalo, Montillo ainda teve tempo de passar entre dois dentro da área e cruzar para Wellington Paulista. O atacante estava sem ângulo mas mesmo assim tentou bater cruzado, errando o alvo.
Time da casa domina as ações mas peca na hora de finalizar as jogadas
A substituição feita pelo técnico Caio Júnior no intervalo do confronto mostra que a superioridade do Bahia era clara, tanto quanto a proposta do Cruzeiro na partida. Sem necessidade de manter dois volantes em campo, o treinador tirou Fabinho e pôs em campo Lulinha.
O que se viu na segunda etapa não foi o chamado "chuveirinho" na área do Cruzeiro, mas sim um verdadeiro temporal de bolas levantadas pelo Bahia, principalmente pelo lado direito. Gabriel, disparado o mais aguerrido do time da casa, trabalhava muito bem pela ponta direita, sempre buscando uma referência que não havia na área, afinal o Bahia foi escalado apenas com Rafael no ataque e cinco jogadores de meio campo.
Aos 18, um lance extremamente desagradável para o árbitro da partida acabou paralisando a partida por alguns instantes. Após o já tradicional "agarra" na área, Fahel foi literalmente abraçado pelo defensor do Cruzeiro e caiu, ficando inclusive sem um dos pés da chuteira. O árbitro marcou uma falta de ataque do Bahia e enquanto o volante, sentado, recolocava a chuteira reclamando muito, o árbitro puxou o segundo cartão amarelo e em seguida o vermelho. Tudo perfeito se o jogador do Bahia só tivesse levado aquele amarelo. Ao perceber a situação, Wilton Pereira de Sampaio fez um sinal negativo ao quarto árbitro, que já estava ouvindo barbaridades do técnico Caio Júnior, e voltou atrás na decisão, para alívio de Fahel.
Pouco depois, aos 23, Marcelo Oliveira cortou de cabeça chute muito forte dentro da área do Cruzeiro e Gabriel pegou o rebote. Após novo cruzamento, Fahel escorou para o meio da área e Ceará chegou mandando a bola para bem longe da área do Cruzeiro. Um lance que foi o retrato do segundo tempo.
No fim, o time mineiro desperdiçou bons contra-ataques, com Anselmo Ramon e Diego Renan, que haviam entrado nas vagas de Borges, ainda no intervalo, e Ceará, que saiu reclamando de dores. Nada que tirasse os três pontos da conta do Cruzeiro, que entrou definitivamente na briga na parte de cima da tabela.
Cruzeiro abre placar logo no início e Bahia tem dificuldades na criação de jogadas
Com as mudanças promovidas por Celso Roth, o time do Cruzeiro se manteve cauteloso, bem ao estilo do técnico, mas ganhou agilidade. Wellington Paulista, de volta ao time após três rodadas no banco, caiu bem pelo lado esquerdo, trazendo movimentação e deixando Borges bem centralizado.
Apesar de começar tentando pressionar o time mineiro, o Bahia acabou sofrendo o gol logo aos 9 minutos. Cruzamento de Ceará da direita, corte da defesa nos pés de Montillo e rede balançando. O meia colocou no canto direito de Marcelo Lomba, rente à trave, chutando cruzado.
O tento não modificou em nada a proposta dos dois times. Com mais posse de bola, o time da casa - que tem o pior ataque da competição - tentava penetrar a defesa do Cruzeiro. Destaque para o bom primeiro tempo do jovem Thiago Carvalho, que substituiu Victorino na zaga cruzeirense. O Bahia jogava pelos flancos, mas apelava muito aos cruzamentos na área, facilitando o trabalho dos defensores mineiros.
Outro boa atuação na primeira etapa foi a de Lucas Silva. O volante do Cruzeiro arriscou de fora da área aos 19 minutos e a bola passou com muito perigo à direita de Lomba. O Bahia seguia com relativo domínio da partida, mas sem criar grandes chances. O Cruzeiro abdicou totalmente do ataque, se furtando a esperar os contra-ataques. E foi numa dessas jogadas, já aos 40 minutos, que Wellington Paulista recuperou bola bem perto da área do Bahia e serviu Borges, livre e com o gol à sua frente, na entrada da pequena área. O centroavante perdeu chance inacreditável, mandando à esquerda do goleiro Lomba, que já estava batido no lance.
Antes do intervalo, Montillo ainda teve tempo de passar entre dois dentro da área e cruzar para Wellington Paulista. O atacante estava sem ângulo mas mesmo assim tentou bater cruzado, errando o alvo.
Time da casa domina as ações mas peca na hora de finalizar as jogadas
A substituição feita pelo técnico Caio Júnior no intervalo do confronto mostra que a superioridade do Bahia era clara, tanto quanto a proposta do Cruzeiro na partida. Sem necessidade de manter dois volantes em campo, o treinador tirou Fabinho e pôs em campo Lulinha.
O que se viu na segunda etapa não foi o chamado "chuveirinho" na área do Cruzeiro, mas sim um verdadeiro temporal de bolas levantadas pelo Bahia, principalmente pelo lado direito. Gabriel, disparado o mais aguerrido do time da casa, trabalhava muito bem pela ponta direita, sempre buscando uma referência que não havia na área, afinal o Bahia foi escalado apenas com Rafael no ataque e cinco jogadores de meio campo.
Aos 18, um lance extremamente desagradável para o árbitro da partida acabou paralisando a partida por alguns instantes. Após o já tradicional "agarra" na área, Fahel foi literalmente abraçado pelo defensor do Cruzeiro e caiu, ficando inclusive sem um dos pés da chuteira. O árbitro marcou uma falta de ataque do Bahia e enquanto o volante, sentado, recolocava a chuteira reclamando muito, o árbitro puxou o segundo cartão amarelo e em seguida o vermelho. Tudo perfeito se o jogador do Bahia só tivesse levado aquele amarelo. Ao perceber a situação, Wilton Pereira de Sampaio fez um sinal negativo ao quarto árbitro, que já estava ouvindo barbaridades do técnico Caio Júnior, e voltou atrás na decisão, para alívio de Fahel.
Pouco depois, aos 23, Marcelo Oliveira cortou de cabeça chute muito forte dentro da área do Cruzeiro e Gabriel pegou o rebote. Após novo cruzamento, Fahel escorou para o meio da área e Ceará chegou mandando a bola para bem longe da área do Cruzeiro. Um lance que foi o retrato do segundo tempo.
No fim, o time mineiro desperdiçou bons contra-ataques, com Anselmo Ramon e Diego Renan, que haviam entrado nas vagas de Borges, ainda no intervalo, e Ceará, que saiu reclamando de dores. Nada que tirasse os três pontos da conta do Cruzeiro, que entrou definitivamente na briga na parte de cima da tabela.
Gol
Gol Contra
Pênalti
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo
Assistência
Pênalti defendido
Pênalti convertido
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo / Cartão Vermelho
Cartão Vermelho
Entra
Sai
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