Disputada
julho 28, 2012 6:30 PM BRT
Estádio José Pinheiro Borba (Beira-Rio) — Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Público total: 15462
julho 28, 2012 6:30 PM BRT
Estádio José Pinheiro Borba (Beira-Rio) — Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Público total: 15462
Internacional 0 x 0 Vasco: times não saem do zero em jogo de muitos erros de passe
Em partida repleta de erros de passe e pouca criatividade, o 0x0 acabou sendo o placar mais justo. Forlán estreia bem, mas Inter perde a chance de entrar no G4.
Alexandre Lops/Internacinal
Era grande a expectativa em torno da estreia de Diego Forlán com a camisa do Internacional. Embora não tenha marcado, o uruguaio não decepcionou e se movimentou muito, mas não conseguiu tirar o zero do placar no Beira-Rio. O Vasco sentiu a falta de Juninho Pernambucano e acabou saindo no lucro com o empate e se mantém em posição confortável na zona de classificação para Libertadores. Já o Inter perdeu a chance de entrar no G4, mas foi beneficiado com a derrota do Grêmio, que não disparou na classificação. Na próxima rodada, o Inter vai a São Paulo encarar o Palmeiras e teme não poder contar com D'Alessandro, com nova lesão na coxa. Já o Vasco perdeu Dedé para o duelo contra o Corinthians, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e pode ficar sem Douglas, que saiu lesionado.
Forlán se movimenta bem e dá trabalho a zaga vascaína
Fernandão e Cristóvão Borges tem em comum, além do fato de serem técnicos novos no cenário do futebol brasileiro, o fato de estarem tendo problemas para escalar suas equipes. Se hoje Fernandão contava com a estreia de Forlán, não tinha Dagoberto, destaque da equipe nas últimas rodadas. Já o técnico vascaíno ainda tenta dar um padrão de jogo consistente ao time após a perda de jogadores importantes como Rômulo, Fágner e Diego Souza, além dos desfalques de hoje, de Nilton e Juninho Pernambucano.
Diante dessa conjuntura, de times ainda sendo remontados, não poderia se esperar outra coisa que não um jogo muito brigado e disputado no meio campo sem muita organização. Nos minutos iniciais, muitos erros de passe e escasos momentos de perigo. Aos 9, Carlos Alberto fez boa jogada pelo meio e lançou William Matheus, que cruzou buscando Éder Luis. O camisa 7 vascaíno chegou desequilibrado e atrasado, não conseguindo completar para as redes. Dois minutos depois, troca de passes com sotaque castelhano no ataque do Inter: Forlán, Guiñazu e D'Alessandro se aproximaram, envolveram os volantes vascaínos e a bola sobrou limpa para Fred. A jovem revelação colorada ajeitou e chutou forte de fora da área, obrigando Fernando Prass a fazer boa defesa.
O jogo voltou a ficar amarrado no meio campo com muitos erros de passe (foram 37 em todo o primeiro tempo) e só voltou a ter destaque perto dos 30, mas por um motivo negativo: após cobrar falta, D'Alessandro sentiu a coxa esquerda e foi substituído por Marcos Aurélio. Foi a quarta lesão do argentino na temporada. Curiosamente, após a saída de seu camisa 10 que o Inter melhorou: aos 32, Fabrício recebeu na esquerda e cruzou para Elton cabecear e estufar as redes de Fernando Prass. Mas o assistente levantou a bandeira e Wilson Luiz Seneme invalidou o gol colorado. Aos 38, a melhor chance da partida também foi criada em espanhol, quando Guinãzu deu belo passe para Forlán, que apareceu por trás da zaga livre de marcação, mas mandou por cima do gol vascaíno. Três minutos depois, Marcos Aurélio se aproveitou de uma bobeira do Vasco na saída de bola e tocou para Forlán. Livre, o uruguaio chutou torto e mandou para fora.
Sucessão de erros e o placar se mantém inalterado
O tempo de intervalo não foi suficiente para corrigir os erros das equipes. Tanto Inter quanto Vasco continuaram errando muitos passes e com dificuldade de criar jogadas. Ainda que contasse com a boa movimentação de Forlán, o time da casa esbarrava na boa marcação do Vasco, nos constantes erros de passe de Jajá e Marcos Aurélio e na pouca participação de Fred. Já o Vasco tinha os mesmos problemas, apenas com atores diferentes: Éder Luis errou praticamente tudo o que tentou pela direita, Felipe e Wendel estiveram burocráticos e Carlos Alberto ficou muito preso ao lado esquerdo.
Diante desse cenário, poucos lances de perigo nos primeiros minutos da segunda etapa. Apenas aos 15 minutos que Muriel apareceu, ao desviar com a ponta dos dedos uma cobrança de falta venenosa de Felipe. Aos 22, Jajá, que já começava a ser vaiado, lançou para Fabrício e completou de carrinho o cruzamento, mas William Matheus impediu o gol colorado. Mesmo errando passes, o Vasco conseguiu se manter minimamente organizado e não sofreu pressão efetiva do ataque colorado. Perto dos 25 minutos, Fernandão colocou Maurides no lugar de Forlán, exausto após ter se movimentado muito enquanto esteve em campo. E Cristovão sacou Éder Luis para colocar William Barbio, numa cartada para tentar diminuir os erros do ataque vascaíno.
Emoção de novo só perto do fim do jogo. Aos 40 minutos, Felipe e Carlos Alberto se aproximaram em campo pela primeira vez e quase construíram a jogada do gol vascaíno: o camisa 84 recebeu na linha da grande área, invadiu a área e isolou a melhor chance cruzmaltina no jogo, ao tentar colocar no ângulo do goleiro Muriel. Aos 44 o Inter deu seu último suspiro. A bola foi recuperada após mais um erro de passe vascaíno, e Elton cruzou na cabeça de Maurides. Livre entre os zagueiros do Vasco, o jovem atacante cabeceou como manda a cartilha, para o chão, mas a bola tirou tinta da trave de Fernando Prass e foi para fora.

Forlán se movimenta bem e dá trabalho a zaga vascaína
Fernandão e Cristóvão Borges tem em comum, além do fato de serem técnicos novos no cenário do futebol brasileiro, o fato de estarem tendo problemas para escalar suas equipes. Se hoje Fernandão contava com a estreia de Forlán, não tinha Dagoberto, destaque da equipe nas últimas rodadas. Já o técnico vascaíno ainda tenta dar um padrão de jogo consistente ao time após a perda de jogadores importantes como Rômulo, Fágner e Diego Souza, além dos desfalques de hoje, de Nilton e Juninho Pernambucano.
Diante dessa conjuntura, de times ainda sendo remontados, não poderia se esperar outra coisa que não um jogo muito brigado e disputado no meio campo sem muita organização. Nos minutos iniciais, muitos erros de passe e escasos momentos de perigo. Aos 9, Carlos Alberto fez boa jogada pelo meio e lançou William Matheus, que cruzou buscando Éder Luis. O camisa 7 vascaíno chegou desequilibrado e atrasado, não conseguindo completar para as redes. Dois minutos depois, troca de passes com sotaque castelhano no ataque do Inter: Forlán, Guiñazu e D'Alessandro se aproximaram, envolveram os volantes vascaínos e a bola sobrou limpa para Fred. A jovem revelação colorada ajeitou e chutou forte de fora da área, obrigando Fernando Prass a fazer boa defesa.
O jogo voltou a ficar amarrado no meio campo com muitos erros de passe (foram 37 em todo o primeiro tempo) e só voltou a ter destaque perto dos 30, mas por um motivo negativo: após cobrar falta, D'Alessandro sentiu a coxa esquerda e foi substituído por Marcos Aurélio. Foi a quarta lesão do argentino na temporada. Curiosamente, após a saída de seu camisa 10 que o Inter melhorou: aos 32, Fabrício recebeu na esquerda e cruzou para Elton cabecear e estufar as redes de Fernando Prass. Mas o assistente levantou a bandeira e Wilson Luiz Seneme invalidou o gol colorado. Aos 38, a melhor chance da partida também foi criada em espanhol, quando Guinãzu deu belo passe para Forlán, que apareceu por trás da zaga livre de marcação, mas mandou por cima do gol vascaíno. Três minutos depois, Marcos Aurélio se aproveitou de uma bobeira do Vasco na saída de bola e tocou para Forlán. Livre, o uruguaio chutou torto e mandou para fora.
Sucessão de erros e o placar se mantém inalterado
O tempo de intervalo não foi suficiente para corrigir os erros das equipes. Tanto Inter quanto Vasco continuaram errando muitos passes e com dificuldade de criar jogadas. Ainda que contasse com a boa movimentação de Forlán, o time da casa esbarrava na boa marcação do Vasco, nos constantes erros de passe de Jajá e Marcos Aurélio e na pouca participação de Fred. Já o Vasco tinha os mesmos problemas, apenas com atores diferentes: Éder Luis errou praticamente tudo o que tentou pela direita, Felipe e Wendel estiveram burocráticos e Carlos Alberto ficou muito preso ao lado esquerdo.
Diante desse cenário, poucos lances de perigo nos primeiros minutos da segunda etapa. Apenas aos 15 minutos que Muriel apareceu, ao desviar com a ponta dos dedos uma cobrança de falta venenosa de Felipe. Aos 22, Jajá, que já começava a ser vaiado, lançou para Fabrício e completou de carrinho o cruzamento, mas William Matheus impediu o gol colorado. Mesmo errando passes, o Vasco conseguiu se manter minimamente organizado e não sofreu pressão efetiva do ataque colorado. Perto dos 25 minutos, Fernandão colocou Maurides no lugar de Forlán, exausto após ter se movimentado muito enquanto esteve em campo. E Cristovão sacou Éder Luis para colocar William Barbio, numa cartada para tentar diminuir os erros do ataque vascaíno.
Emoção de novo só perto do fim do jogo. Aos 40 minutos, Felipe e Carlos Alberto se aproximaram em campo pela primeira vez e quase construíram a jogada do gol vascaíno: o camisa 84 recebeu na linha da grande área, invadiu a área e isolou a melhor chance cruzmaltina no jogo, ao tentar colocar no ângulo do goleiro Muriel. Aos 44 o Inter deu seu último suspiro. A bola foi recuperada após mais um erro de passe vascaíno, e Elton cruzou na cabeça de Maurides. Livre entre os zagueiros do Vasco, o jovem atacante cabeceou como manda a cartilha, para o chão, mas a bola tirou tinta da trave de Fernando Prass e foi para fora.
Gol
Gol Contra
Pênalti
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo
Assistência
Pênalti defendido
Pênalti convertido
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo / Cartão Vermelho
Cartão Vermelho
Entra
Sai
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