Disputada
julho 8, 2012 6:30 PM BRT
Estádio Moisés Lucarelli — Campinas, São Paulo
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro De Souza
Público total: 5271
julho 8, 2012 6:30 PM BRT
Estádio Moisés Lucarelli — Campinas, São Paulo
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro De Souza
Público total: 5271
16′
Ricardinho
Pouco mas suficiente: falha de Deola e falta de entrosamento selam vitória da Ponte
Em jogo de poucas oportunidades, Ponte Preta joga para o gasto e consegue o placar mínimo sobre o Palmeiras. Ricardinho, de falta e com falha de Deola, marcou para a Macaca
Na noite deste domingo, a Ponte Preta passou pelo Palmeiras com o placar de um a zero e alcançou os 12 pontos, contra apenas 5 do rival, que está na zona de rebaixamento. O gol foi marcado pelo meia Ricardinho, em cobrança de falta no meio do gol, ainda no primeiro tempo, e falha do goleiro Deola.
A Ponte Preta volta a campo no próximo sábado, às 21h, contra o outro finalista da Copa do Brasil, o Coritiba. Já o time alviverde encara o São Paulo, em clássico válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, às 18h30, na Arena Barueri.
Correria alviverde, tranquilidade da Ponte e frango de Deola
De olho na segunda partida da final da Copa do Brasil, Felipão entrou em campo com onze reservas. Enquanto alguns faziam sua estreia no time profissional do Palmeiras, coube aos mais experientes pôr em prática a estratégia armada pelo técnico pentacampeão do mundo para bater a Ponte fora de casa: jogadas rápidas, explorando a velocidade dos jogadores: principalmente Maikon Leite.
No entanto, Márcio Araújo no meio e Maikon Leite no ataque não estiveram bem e viram a Ponte manter as ações equilibradas nos primeiros minutos de jogo para logo depois tomar as rédeas do embate. Pressionando o Palmeiras com destaque para Nikão e André Luís, a Ponte abriu o placar em uma clamorosa falha do ex-titular Deola. Em cobrança de falta frontal, após infração cometida pelo paraguaio Román, a bola resvalou na barreira*, mas ainda veio em cima do goleiro do Palmeiras, que espalmou para a bola tocar sua trave direita e entrar, aos 16.
O que se viu no restante do primeiro tempo foi um jogo de poucas chances claras. Aos 21, Leandro Amaro furou na defesa e deixou Nikão com bastante espaço para avançar e bater cruzado com a perna direita para uma boa defesa de Deola. O time da casa tentou pressionar mas não criou oportunidades de matar a partida logo no primeiro tempo. Pelo lado do Palmeiras, Felipe e Maikon Leite foram os que mais tentaram, mas sem muita efetividade.
Jogo morno na segunda etapa e vitória da Ponte
Os times voltaram para a segunda etapa sem alterações e assim foi também com o ritmo do jogo. Com a vantagem no placar, a Ponte tentava ampliar o resultado e matar a partida, mas não conseguia ameaçar de forma contundente o gol de Deola. Somente aos 16 minutos do segundo tempo o time da casa conseguiu finalizar perigosamente: Nikão, um dos melhores do time, recebeu perto do bico da grande área, avançou e cortou dois zagueiros de uma vez antes de bater rasteiro, com muito perigo.
A entrada de Caio no Palmeiras, logo aos 9 minutos, revelava em Felipão o desejo de povoar mais o campo da Ponte. A troca só fez efeito em dois lances, aos 15 e aos 18, com duas jogadas de pivô do centro-avante para duas finalizações ruins, de Maikon Leite e Patrik.
O técnico Gilson Kleina ainda tirou o atacante Marcinho, que voltava de lesão, aos 25 e pôs em campo o volante Somália, fechando de vez o time da Ponte Preta. O Palmeiras bem que tentou, mas não teve força para vencer a defesa da Ponte. Nos minutos finais, Felipão encontrou tempo de ser expulso pelo árbitro Marcelo de Souza, após reclamar de amarelo para Maikon Leite.
A Ponte Preta volta a campo no próximo sábado, às 21h, contra o outro finalista da Copa do Brasil, o Coritiba. Já o time alviverde encara o São Paulo, em clássico válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, às 18h30, na Arena Barueri.
Correria alviverde, tranquilidade da Ponte e frango de Deola
De olho na segunda partida da final da Copa do Brasil, Felipão entrou em campo com onze reservas. Enquanto alguns faziam sua estreia no time profissional do Palmeiras, coube aos mais experientes pôr em prática a estratégia armada pelo técnico pentacampeão do mundo para bater a Ponte fora de casa: jogadas rápidas, explorando a velocidade dos jogadores: principalmente Maikon Leite.
No entanto, Márcio Araújo no meio e Maikon Leite no ataque não estiveram bem e viram a Ponte manter as ações equilibradas nos primeiros minutos de jogo para logo depois tomar as rédeas do embate. Pressionando o Palmeiras com destaque para Nikão e André Luís, a Ponte abriu o placar em uma clamorosa falha do ex-titular Deola. Em cobrança de falta frontal, após infração cometida pelo paraguaio Román, a bola resvalou na barreira*, mas ainda veio em cima do goleiro do Palmeiras, que espalmou para a bola tocar sua trave direita e entrar, aos 16.
O que se viu no restante do primeiro tempo foi um jogo de poucas chances claras. Aos 21, Leandro Amaro furou na defesa e deixou Nikão com bastante espaço para avançar e bater cruzado com a perna direita para uma boa defesa de Deola. O time da casa tentou pressionar mas não criou oportunidades de matar a partida logo no primeiro tempo. Pelo lado do Palmeiras, Felipe e Maikon Leite foram os que mais tentaram, mas sem muita efetividade.
Jogo morno na segunda etapa e vitória da Ponte
Os times voltaram para a segunda etapa sem alterações e assim foi também com o ritmo do jogo. Com a vantagem no placar, a Ponte tentava ampliar o resultado e matar a partida, mas não conseguia ameaçar de forma contundente o gol de Deola. Somente aos 16 minutos do segundo tempo o time da casa conseguiu finalizar perigosamente: Nikão, um dos melhores do time, recebeu perto do bico da grande área, avançou e cortou dois zagueiros de uma vez antes de bater rasteiro, com muito perigo.
A entrada de Caio no Palmeiras, logo aos 9 minutos, revelava em Felipão o desejo de povoar mais o campo da Ponte. A troca só fez efeito em dois lances, aos 15 e aos 18, com duas jogadas de pivô do centro-avante para duas finalizações ruins, de Maikon Leite e Patrik.
O técnico Gilson Kleina ainda tirou o atacante Marcinho, que voltava de lesão, aos 25 e pôs em campo o volante Somália, fechando de vez o time da Ponte Preta. O Palmeiras bem que tentou, mas não teve força para vencer a defesa da Ponte. Nos minutos finais, Felipão encontrou tempo de ser expulso pelo árbitro Marcelo de Souza, após reclamar de amarelo para Maikon Leite.
Gol
Gol Contra
Pênalti
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo
Assistência
Pênalti defendido
Pênalti convertido
Pênalti desperdiçado
Cartão Amarelo / Cartão Vermelho
Cartão Vermelho
Entra
Sai
Lesão
Nota do Goal.com
Melhor em Campo para o Goal.com
Pior em Campo para o Goal.com
Ranking Melhores & Piores
Melhor em Campo para os Fãs
Pior em Campo para os Fãs
Resultados
Vezes em BRT
Tempo Real
Final
scheduled
Suspenso
Cancelado
Postergado
Notícias da Partida
Artilheiros
| Jogador | Gols | Pênaltis | |
|---|---|---|---|
|
|
Diego Forlan Corazo Atacante Internacional |
1 | 0 |
|
|
Carlos Tenorio Atacante Vasco |
1 | 0 |
|
|
Maxi Biancucchi Atacante |
1 | 0 |
|
|
Gabriel Armando de Abreu Defensor Vitória |
1 | 0 |
|
|
Paulinho Meio-campista Corinthians |
1 | 0 |
