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Disputada
fevereiro 15, 2012 10:00 PM BRST
Estadio Polideportivo de Pueblo Nuevo — San Cristóbal
Árbitro: W. Roldán
fevereiro 15, 2012 10:00 PM BRST
Estadio Polideportivo de Pueblo Nuevo — San Cristóbal
Árbitro: W. Roldán
Corinthians conquista empate dramático
Equipe foi a Venezuela e empatou com o Deportivo Táchira por 1 a 1
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O Corinthians foi a Venezuela e retornou com um empate dramático, no último minuto dos acréscimos. A equipe brasileira se impôs e foi melhor o jogo inteiro, porém sofreu um gol em uma bobeira da zaga. O técnico Tite colocou a equipe no ataque, e de tanto insistir foi premiado. Ralf, aos 48 da segunda etapa deixou tudo igual.
Corinthians no ataque
O Corinthians iniciou o jogo no campo de ataque. Dominando a equipe venezuelana, controlando a posse de bola, fazendo parecer que o gol sairia ao natural. Jorge Henrique e Emerson se movimentavam com bastante consistência. Os chutes de fora da área eram a principal arma brasileira. Emerson, Jorge Henrique e Liedson arriscaram chutes antes dos 10’ da etapa inicial.
O Corinthians tinha completo domínio do meio-campo. Danilo destribuía bem a bola, porém a participação de Liedson ainda era bastanta aquém de suas capacidades. O atacante parecia isolado no meio dos zagueiros e recebia cruzamentos para disputar com os defensores, que levavam vantagem na maioria dos lances.
Castigo venezuelano
Com o jogo controlado, a equipe do Táchira saía apenas nos contra-ataques, a maioria das vezes na base do lançamento longo, facilmente cortados pela defesa corinthiana. Porém, aos 20’ veio o castigo para uma equipe que tinha o domínio e não o converteu em vantagem de gols. Lateral na ponta direita do ataque do Táchira. Na cobrança dentro da área, a bola sobrou para Herrera que dividiu com Chicão, e em lance de sorte, acabou encobrindo Julio Cesar. Táchira 1 a 0.
Tentativa de resposta
Depois do gol sofrido, o Corinthians se assustou e começou a forçar os lançamentos longos para Emerson e Jorge Henrique. O Táchira esboçava os contra-ataques, mas sem eficiência. Quando decidiu colocar a bola no chão o Corinthians levou perigo novamente. Jorge Henrique sofreu falta na ponta esquerda, depois de longa troca de passes e cobrou na área. Danilo se adiantou a defesa e carimbou o travessão aos 27’.
O Corinthians dava mostras de que estava de volta na partida. Aos 30’, em outra ótima troca de passes, Paulinho encontra Alessandro entrando nas costas da defesa e lança o lateral, que com liberdade acha Emerson em cima da linha de pequena área. O atacante bateu colocado, mas fraco, facilitando a defesa de Rivas e perdendo uma grande chance de empatar o jogo.
O Jogo perde em qualidade
A partir do gol perdido por Emerson, as duas equipes iniciaram um show de horrores. Muitos passes errados, lances de afobação, faltas duras e lances perigosos para a integridade dos jogadores. O Corinthians pecava pelo preciosismo na entrada da área, errando os últimos passes. Liedson seguia bastante apagado. O Táchira seguia determinado a afastar a bola de sua área e assim manteve a vitória até o final da primeira etapa.
Retorno em velocidade
O retorno para o segundo tempo trouxe um Corinthians mais veloz e com maior ímpeto. Logo aos 4” Fabio Santos pegou sobra da entrada da área e levou perigo ao gol de Rivas, que só torceu para a bola sair. Ao mesmo tempo o Táchira adiantava sua marcação, propondo menor espaços para a equipe brasileira.
Com 15” o técnico Tite chamou do banco o meia Alex e o atacante Elton. Saíra Liedson, bastante omisso no primeiro tempo e Emerson, participativo mas não efetivo. Com isso o técnico buscava melhorar sua capacidade de finalização de média e longa distância. Além de um jogador mais de referência na área.
Tudo ou nada
Com a necessidade de buscar o empate, o Corinthians se jogou para o ataque, porém abrindo sua defesa. A equipe brasileira estava completamente exposta aos contra-ataques venezuelanos. Em um desses contra-ataques, Herrera recebeu bateu forte para a área, no rebote Chourio mandou para o fundo das redes, mas a arbitragem pega impedimento do ataque o Táchira.
Aos 69” o Corinthians chegava forte mais uma vez. Depois de boa trama do ataque, Elton recebeu na entrada da área e deixou para Leandro Castán que chegou batendo da marca do pênalti. O goleiro Rivas saiu bem do gol e fez grande defesa salvando o gol de empate. Aos 72”a pressão era grande. Paulinho bate forte de fora da área, Rivas dá rebote, mas Elton passa da bola e não consegue finalizar.
A cartada final
Depois de ver sua equipe pressionar e dominar o jogo, sem conseguir ser efetivo, o técnico Tite lançou sua última cartada em campo. O atacante Willian entrou no lugar de Jorge Henrique, buscando manter o ritmo forte que o Corinthians imprimia até então.
Porém a equipe seguia ineficiente. Os chutes de fora da área saiam, na sua maioria, sem direção. Quando iam no gol, Rivas fazia boas defesas e se mostrava o nome do jogo. Alex arriscou até o último minuto, porém não acertou praticamente nenhum chute no gol. Quando tudo se encaminhava para um triste final, veio a luz no fim do túnel. Aos 48", Alex cobrou falta na cabeça de Ralf, que mandou a bola para os fundos da rede, empatando o jogo e conquistando um importante ponto para equipe brasileira.
Corinthians no ataque
O Corinthians iniciou o jogo no campo de ataque. Dominando a equipe venezuelana, controlando a posse de bola, fazendo parecer que o gol sairia ao natural. Jorge Henrique e Emerson se movimentavam com bastante consistência. Os chutes de fora da área eram a principal arma brasileira. Emerson, Jorge Henrique e Liedson arriscaram chutes antes dos 10’ da etapa inicial.
O Corinthians tinha completo domínio do meio-campo. Danilo destribuía bem a bola, porém a participação de Liedson ainda era bastanta aquém de suas capacidades. O atacante parecia isolado no meio dos zagueiros e recebia cruzamentos para disputar com os defensores, que levavam vantagem na maioria dos lances.
Castigo venezuelano
Com o jogo controlado, a equipe do Táchira saía apenas nos contra-ataques, a maioria das vezes na base do lançamento longo, facilmente cortados pela defesa corinthiana. Porém, aos 20’ veio o castigo para uma equipe que tinha o domínio e não o converteu em vantagem de gols. Lateral na ponta direita do ataque do Táchira. Na cobrança dentro da área, a bola sobrou para Herrera que dividiu com Chicão, e em lance de sorte, acabou encobrindo Julio Cesar. Táchira 1 a 0.
Tentativa de resposta
Depois do gol sofrido, o Corinthians se assustou e começou a forçar os lançamentos longos para Emerson e Jorge Henrique. O Táchira esboçava os contra-ataques, mas sem eficiência. Quando decidiu colocar a bola no chão o Corinthians levou perigo novamente. Jorge Henrique sofreu falta na ponta esquerda, depois de longa troca de passes e cobrou na área. Danilo se adiantou a defesa e carimbou o travessão aos 27’.
O Corinthians dava mostras de que estava de volta na partida. Aos 30’, em outra ótima troca de passes, Paulinho encontra Alessandro entrando nas costas da defesa e lança o lateral, que com liberdade acha Emerson em cima da linha de pequena área. O atacante bateu colocado, mas fraco, facilitando a defesa de Rivas e perdendo uma grande chance de empatar o jogo.
O Jogo perde em qualidade
A partir do gol perdido por Emerson, as duas equipes iniciaram um show de horrores. Muitos passes errados, lances de afobação, faltas duras e lances perigosos para a integridade dos jogadores. O Corinthians pecava pelo preciosismo na entrada da área, errando os últimos passes. Liedson seguia bastante apagado. O Táchira seguia determinado a afastar a bola de sua área e assim manteve a vitória até o final da primeira etapa.
Retorno em velocidade
O retorno para o segundo tempo trouxe um Corinthians mais veloz e com maior ímpeto. Logo aos 4” Fabio Santos pegou sobra da entrada da área e levou perigo ao gol de Rivas, que só torceu para a bola sair. Ao mesmo tempo o Táchira adiantava sua marcação, propondo menor espaços para a equipe brasileira.
Com 15” o técnico Tite chamou do banco o meia Alex e o atacante Elton. Saíra Liedson, bastante omisso no primeiro tempo e Emerson, participativo mas não efetivo. Com isso o técnico buscava melhorar sua capacidade de finalização de média e longa distância. Além de um jogador mais de referência na área.
Tudo ou nada
Com a necessidade de buscar o empate, o Corinthians se jogou para o ataque, porém abrindo sua defesa. A equipe brasileira estava completamente exposta aos contra-ataques venezuelanos. Em um desses contra-ataques, Herrera recebeu bateu forte para a área, no rebote Chourio mandou para o fundo das redes, mas a arbitragem pega impedimento do ataque o Táchira.
Aos 69” o Corinthians chegava forte mais uma vez. Depois de boa trama do ataque, Elton recebeu na entrada da área e deixou para Leandro Castán que chegou batendo da marca do pênalti. O goleiro Rivas saiu bem do gol e fez grande defesa salvando o gol de empate. Aos 72”a pressão era grande. Paulinho bate forte de fora da área, Rivas dá rebote, mas Elton passa da bola e não consegue finalizar.
A cartada final
Depois de ver sua equipe pressionar e dominar o jogo, sem conseguir ser efetivo, o técnico Tite lançou sua última cartada em campo. O atacante Willian entrou no lugar de Jorge Henrique, buscando manter o ritmo forte que o Corinthians imprimia até então.
Porém a equipe seguia ineficiente. Os chutes de fora da área saiam, na sua maioria, sem direção. Quando iam no gol, Rivas fazia boas defesas e se mostrava o nome do jogo. Alex arriscou até o último minuto, porém não acertou praticamente nenhum chute no gol. Quando tudo se encaminhava para um triste final, veio a luz no fim do túnel. Aos 48", Alex cobrou falta na cabeça de Ralf, que mandou a bola para os fundos da rede, empatando o jogo e conquistando um importante ponto para equipe brasileira.

Gol
Gol Contra
Pênalti
Pênalti errado
Cartão Amarelo
Assistência
Pênalti defendido
Pênalti convertido
Pênalti errado
Cartão Amarelo / Cartão Vermelho
Cartão Vermelho
Substituição IN
Substituição OUT
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Artilheiros
| Jogador | Gols | Pênaltis | |
|---|---|---|---|
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Matías Alustiza
Atacante Dep. Quito |
8 | 1 |
|
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Dorlan Pabón
Atacante Atlético Nacional |
7 | 0 |
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Neymar Santos Júnior
Atacante Santos |
6 | 2 |
|
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Leandro D.
Atacante Internacional |
6 | 0 |
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Junior Fernándes
Atacante U de Chile |
6 | 0 |