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Disputada
fevereiro 8, 2012 10:00 PM BRST
Estádio Club de Regatas Vasco da Gama — Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Árbitro: H. Buitrago
fevereiro 8, 2012 10:00 PM BRST
Estádio Club de Regatas Vasco da Gama — Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Árbitro: H. Buitrago
Nacional surpreende e vence o Vasco em São Januário
Equipe uruguaia infernizou a defesa vascaína e levou os três pontos fora de casa
Marcelo Sadio/vasco.com.br
Em partida válida pela primeira rodada da Libertadores, o Vasco foi derrotado para o Nacional de Montevideu, em São Januário, por 2 a 1. Os gols da partida foram marcados por Dedé (contra) e Sanchez, para os visitantes, e Alecsandro descontou para os anfitriões.
Mesmo jogando com o estádio lotado por seu torcedor, o Vasco parece ter sentido a pressão da estreia na competição continental e logo foi dominado pelo adversário, que teve nos três primeiros minutos, três chances de gol.
Os problemas da equipe de Cristóvão Borges seguiram em grande parte do primeiro tempo e o cruz-maltino teve sua primeira chance real de gol somente aos 22 minutos, em bela tabela de Juninho, Alecsandro e Diego Souza, mas o camisa 10 chutou com muita força por cima do gol.
O Nacional seguiu criando perigo frequentemente com seus atacantes cravados entre os defensores vascaínos, buscando a saída em velocidade. Mas foi na bola parada que a equipe uruguaia abriu o placar: em cobrança de Viudez pela esquerda, Scotti apareceu para desviar e a bola bate em Rodolfo e Dedé antes de morrer no fundo do gol de Fernando Prass, 1 a 0 Nacional.
O Vasco sentiu ainda mais o peso da partida com o gol, e não conseguia mais carregar a bola para o campo ofensivo, até que em uma jogada individual de Diego Souza, o meia passou por três marcadores até ser parado na linha da área. Juninho cobrou a falta, mas o goleiro Burlán defendeu, mantendo o placar em vantagem para o Nacional no primeiro tempo.
Vislumbrando a desvantagem em campo, o técnico Cristóvão Borges promoveu a entrada de Felipe Bastos no lugar de Max, buscando ganhar o meio-campo completamente dominado pelos uruguaios na primeira etapa. Mas não adiantou, o segundo tempo começou da pior maneira possível para os cariocas. Rodolfo tentou sair jogando na entrada da área e perdeu a bola, e Viudez cruzou para Sanchez marcar, de peixinho, 2 a 0 Nacional.
Os jogadores do Vasco, impacientes, buscavam a ligação direta para o ataque sem sucesso e eram vaiados pelos torcedores presentes, que pediam a entrada de Bernardo. Ao invés disso, Cristóvão Borges promoveu a estreia de Tenório, no lugar de Felipe.
Mesmo com dois atacantes, os alvinegros continuaram sem conseguir mobilizar o seu poder ofensivo para atormentar o time uruguaio, que continuava a levar perigo ao gol de Fernando Prass, dessa vez abusando dos contra-ataques nas costas da defesa.
Entretanto, foi apenas na primeira jogada ofensiva consistente do Vasco que saiu o primeiro gol carioca. Juninho recebeu belo passe de Diego Souza na direita e cruzou rasteiro para Alecsandro se antecipar ao marcador para colocar para o gol, 2 a 1 Nacional.
Com o gol, o Vasco cresceu em campo e mais na base da vontade do que na organização, passou a pressionar o Nacional e levar maior perigo ao gol de Burián. No entanto, o esforço dos cariocas não foi suficiente para ultrapassar a defesa bem posicionada do adversário e, mesmo com um gol corretamente anulado de Tenório, impedido, foi o Nacional levou os primeiros três pontos no Grupo 5.
Como se atualizar com as notícias do futebol mundial fora de casa? Com http://m.goal.com - sua melhor fonte de cobertura para celulares do futebol.
Mesmo jogando com o estádio lotado por seu torcedor, o Vasco parece ter sentido a pressão da estreia na competição continental e logo foi dominado pelo adversário, que teve nos três primeiros minutos, três chances de gol.
Os problemas da equipe de Cristóvão Borges seguiram em grande parte do primeiro tempo e o cruz-maltino teve sua primeira chance real de gol somente aos 22 minutos, em bela tabela de Juninho, Alecsandro e Diego Souza, mas o camisa 10 chutou com muita força por cima do gol.
O Nacional seguiu criando perigo frequentemente com seus atacantes cravados entre os defensores vascaínos, buscando a saída em velocidade. Mas foi na bola parada que a equipe uruguaia abriu o placar: em cobrança de Viudez pela esquerda, Scotti apareceu para desviar e a bola bate em Rodolfo e Dedé antes de morrer no fundo do gol de Fernando Prass, 1 a 0 Nacional.
O Vasco sentiu ainda mais o peso da partida com o gol, e não conseguia mais carregar a bola para o campo ofensivo, até que em uma jogada individual de Diego Souza, o meia passou por três marcadores até ser parado na linha da área. Juninho cobrou a falta, mas o goleiro Burlán defendeu, mantendo o placar em vantagem para o Nacional no primeiro tempo.
Vislumbrando a desvantagem em campo, o técnico Cristóvão Borges promoveu a entrada de Felipe Bastos no lugar de Max, buscando ganhar o meio-campo completamente dominado pelos uruguaios na primeira etapa. Mas não adiantou, o segundo tempo começou da pior maneira possível para os cariocas. Rodolfo tentou sair jogando na entrada da área e perdeu a bola, e Viudez cruzou para Sanchez marcar, de peixinho, 2 a 0 Nacional.
Os jogadores do Vasco, impacientes, buscavam a ligação direta para o ataque sem sucesso e eram vaiados pelos torcedores presentes, que pediam a entrada de Bernardo. Ao invés disso, Cristóvão Borges promoveu a estreia de Tenório, no lugar de Felipe.
Mesmo com dois atacantes, os alvinegros continuaram sem conseguir mobilizar o seu poder ofensivo para atormentar o time uruguaio, que continuava a levar perigo ao gol de Fernando Prass, dessa vez abusando dos contra-ataques nas costas da defesa.
Entretanto, foi apenas na primeira jogada ofensiva consistente do Vasco que saiu o primeiro gol carioca. Juninho recebeu belo passe de Diego Souza na direita e cruzou rasteiro para Alecsandro se antecipar ao marcador para colocar para o gol, 2 a 1 Nacional.
Com o gol, o Vasco cresceu em campo e mais na base da vontade do que na organização, passou a pressionar o Nacional e levar maior perigo ao gol de Burián. No entanto, o esforço dos cariocas não foi suficiente para ultrapassar a defesa bem posicionada do adversário e, mesmo com um gol corretamente anulado de Tenório, impedido, foi o Nacional levou os primeiros três pontos no Grupo 5.
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