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Hulk
Brasil
Brasil
Hulk
Brasil
Brasil
David Luiz
Brasil
Brasil
Mohamed Zidan
Egito
Egito
Brasil não brilha, mas vence o Egito por 2 a 0
Jonas fez os dois gols da partida para o time de Mano Menezes
Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Em jogo disputado em ritmo sonolento, o Brasil jogou apenas para o gasto e bateu o Egito por 2 a 0, em amistoso disputado em Doha, no Qatar. O atacante Jonas marcou os dois gols da vitória da equipe de Mano Menezes, que realizou seu último jogo do ano.
O Brasil entrou em campo no 4-2-3-1. Os volantes eram Lucas Leiva e Fernandinho. Na linha de apoiadores, Hulk pela direita, Bruno César centralizado e Hernanes do lado esquerdo. Na frente, Jonas.
A equipe brasileira até tentou tomar a iniciativa e marcar no campo ofensivo no início do jogo, mas logo as escapadas em velocidade do Egito pelos lados do campo equilibraram a partida. Com isso, o jogo ficou extremamente fraco tecnicamente, com os dois times tentando jogadas em velocidade e entregando a posse de bola um para o outro.
O Brasil tinha mais iniciativa de jogo e era quem ao menos tentava cadenciar o ritmo. Só que a característica de vários jogadores brasileiros de buscar sempre a jogada mais incisiva e a definição das tramas ofensivas fazia com que o time de Mano Menezes errasse passes demais. Assim, os lances mais perigosos acabavam sendo em chutes de longa distância ou na bola parada.
O gol de abertura do marcador viria em mais uma dessas iniciativas individuais brasileiras. Hulk chegou bem à linha de fundo pelo lado direito e bateu cruzado para o meio da área. A bola passou pelo goleiro e ficou limpa para Jonas, que só teve o trabalho de empurrar para as redes e fazer 1 a 0, aos 39 minutos.
O Brasil começou o segundo tempo administrando mais a posse da bola, trocando passes laterais e não ameaçando efetivamente o gol egípcio. Mesmo assim, um lance de bola parada garantiu o segundo gol ao time de Mano Menezes.
Bruno César levantou para a área e Fernandinho apareceu com liberdade para cabecear. El Shenawy espalmou para frente e Jonas apareceu para apanhar o rebote e mandar para as redes, aos 14 minutos da segunda etapa.
Depois do gol, o jogo caiu muito em ritmo. O Egito saía esporadicamente ao ataque e utilizava os flancos para dar velocidade às suas tramas. O Brasil, por outro lado, soube controlar bem a partida e apenas deixou o tempo passar para garantir o resultado.
O Brasil entrou em campo no 4-2-3-1. Os volantes eram Lucas Leiva e Fernandinho. Na linha de apoiadores, Hulk pela direita, Bruno César centralizado e Hernanes do lado esquerdo. Na frente, Jonas.
A equipe brasileira até tentou tomar a iniciativa e marcar no campo ofensivo no início do jogo, mas logo as escapadas em velocidade do Egito pelos lados do campo equilibraram a partida. Com isso, o jogo ficou extremamente fraco tecnicamente, com os dois times tentando jogadas em velocidade e entregando a posse de bola um para o outro.
O Brasil tinha mais iniciativa de jogo e era quem ao menos tentava cadenciar o ritmo. Só que a característica de vários jogadores brasileiros de buscar sempre a jogada mais incisiva e a definição das tramas ofensivas fazia com que o time de Mano Menezes errasse passes demais. Assim, os lances mais perigosos acabavam sendo em chutes de longa distância ou na bola parada.
O gol de abertura do marcador viria em mais uma dessas iniciativas individuais brasileiras. Hulk chegou bem à linha de fundo pelo lado direito e bateu cruzado para o meio da área. A bola passou pelo goleiro e ficou limpa para Jonas, que só teve o trabalho de empurrar para as redes e fazer 1 a 0, aos 39 minutos.
O Brasil começou o segundo tempo administrando mais a posse da bola, trocando passes laterais e não ameaçando efetivamente o gol egípcio. Mesmo assim, um lance de bola parada garantiu o segundo gol ao time de Mano Menezes.
Bruno César levantou para a área e Fernandinho apareceu com liberdade para cabecear. El Shenawy espalmou para frente e Jonas apareceu para apanhar o rebote e mandar para as redes, aos 14 minutos da segunda etapa.
Depois do gol, o jogo caiu muito em ritmo. O Egito saía esporadicamente ao ataque e utilizava os flancos para dar velocidade às suas tramas. O Brasil, por outro lado, soube controlar bem a partida e apenas deixou o tempo passar para garantir o resultado.
Gol
Gol Contra
Pênalti
Pênalti errado
Cartão Amarelo
Assistência
Pênalti defendido
Pênalti convertido
Pênalti errado
Cartão Amarelo / Cartão Vermelho
Cartão Vermelho
Substituição IN
Substituição OUT
Contusão
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Resultados
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Artilheiros
| Jogador | Gols | Pênaltis | |
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Mohir Shukurov
Meio-campista Azerbaijan |
3 | 2 |
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Lionel Messi
Atacante Argentina |
3 | 1 |
|
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Landon Donovan
Atacante USA |
3 | 0 |
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Roberto Soldado
Atacante Espanha |
3 | 0 |
|
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Eren Derdiyok
Atacante Switzerland |
3 | 0 |
