|
|
Disputada
agosto 21, 2011 12:00 PM BRT
Reebok Stadium — Bolton
Árbitro: M. Jones
Realizado: 24273
agosto 21, 2011 12:00 PM BRT
Reebok Stadium — Bolton
Árbitro: M. Jones
Realizado: 24273
David Silva
Man City
Man City
Edin Dzeko
Man City
Man City
Jussi Jaaskelainen
Bolton W.
Bolton W.
Jussi Jaaskelainen
Bolton W.
Bolton W.
City bate o Bolton por 3 a 2 e chega à segunda vitória na Premier
Equipe de Roberto Mancini venceu seus dois jogos no Inglês até aqui
Por André Baibich
Getty Images
O Manchester City bateu o Bolton por 3 a 2, fora de casa, e chegou à sua segunda vitória em dois jogos na Premier League. David Silva, Barry e Dzeko fizeram os gols do time de Mancini, enquanto Klasnic e Kevin Davies diminuiram para a equipe da casa.
As duas equipes entraram em campo no 4-4-2, com duas linhas de quatro. O City tinha seu meio-campo formado por Silva pela direita, Touré e Barry centralizados e Milner na esquerda. Na frente, Agüero e Dzeko. Já o Bolton apostava na dupla de ataque com Klasnic e Kevin Davies.
A partida começou em ritmo muito acelerado. O City tomava a iniciativa ofensiva, mas faltava cadência do seu meio-campo para que a equipe acertasse passes em sequência. Com isso, o Bolton desarmava com frequência e acionava seus homens de flanco para colocar muita velocidade nas jogadas e ameaçar o sistema defensivo adversário.
Aos poucos, porém, o time visitante colocou a bola no chão e passou a trocar passes com mais paciência, tirando do Bolton sua arma principal no jogo. Não demorou muito para a estratégia dar resultado. Aos 25, David Silva recebeu na entrada da área e arriscou. Jaskelainen falhou e a bola foi para as redes. City 1 a 0.
O Bolton saiu mais para o jogo após o gol, o que só escancarou seus problemas de articulação no meio-campo. Sem criatividade, a equipe apostava nas jogadas individuais do lado do campo, quando não simplesmente levantava para a área desde o meio-campo para tentar a jogada aérea. Assim, o City tinha facilidade para marcar e alternava saídas rápidas de contra-ataque com momentos em que parava a bola e fazia a transição lentamente, trocando passes cadenciados.
O segundo gol do time de Mancini viria aos 37 minutos, em uma cobrança ensaiada de escanteio. Barry recebeu fora da área e mandou uma bomba de pé esquerdo, acertando o ângulo do gol de Jaskelainen para fazer 2 a 0. Ainda no primeiro tempo, o Bolton finalmente teve sucesso em uma de suas jogadas de flanco, quando Petrov cruzou rasteiro para Klasnic se antecipar à marcação e marcar, aos 39.
A segunda etapa começou com o terceiro gol do City, logo aos três minutos. Um balão de Milner fez a bola chegar em Dzeko, que ganhou com o corpo da marcação de Knight e bateu na saída do goleiro para ampliar a vantagem dos visitantes.
A partir daí, tudo indicava que o jogo estava definido e que o City caminharia para uma goleada. Os comandados de Mancini aproveitavam espaços abundantes deixados por um Bolton desesperado para empilhar contra-ataques e chances de gol desperdiçadas.
Só que justamente em meio a este momento de predomínio do City, o Bolton diminui mais uma vez o marcador. Aos 17 minutos, Petrov levantou para a área na cobrança de falta e Kevin Davies subiu para cabecear e fazer o segundo do Bolton.
A equipe da casa aproveitou o momento de confiança para partir para cima em busca do empate, sempre apostando na bola aérea. Assim, o jogo ficou aberto e em alta velocidade até os instantes finais, quando finalmente o City conseguiu botar a bola no chão, trocar passes e administrar o placar que construiu.
As duas equipes entraram em campo no 4-4-2, com duas linhas de quatro. O City tinha seu meio-campo formado por Silva pela direita, Touré e Barry centralizados e Milner na esquerda. Na frente, Agüero e Dzeko. Já o Bolton apostava na dupla de ataque com Klasnic e Kevin Davies.
A partida começou em ritmo muito acelerado. O City tomava a iniciativa ofensiva, mas faltava cadência do seu meio-campo para que a equipe acertasse passes em sequência. Com isso, o Bolton desarmava com frequência e acionava seus homens de flanco para colocar muita velocidade nas jogadas e ameaçar o sistema defensivo adversário.
Aos poucos, porém, o time visitante colocou a bola no chão e passou a trocar passes com mais paciência, tirando do Bolton sua arma principal no jogo. Não demorou muito para a estratégia dar resultado. Aos 25, David Silva recebeu na entrada da área e arriscou. Jaskelainen falhou e a bola foi para as redes. City 1 a 0.
O Bolton saiu mais para o jogo após o gol, o que só escancarou seus problemas de articulação no meio-campo. Sem criatividade, a equipe apostava nas jogadas individuais do lado do campo, quando não simplesmente levantava para a área desde o meio-campo para tentar a jogada aérea. Assim, o City tinha facilidade para marcar e alternava saídas rápidas de contra-ataque com momentos em que parava a bola e fazia a transição lentamente, trocando passes cadenciados.
O segundo gol do time de Mancini viria aos 37 minutos, em uma cobrança ensaiada de escanteio. Barry recebeu fora da área e mandou uma bomba de pé esquerdo, acertando o ângulo do gol de Jaskelainen para fazer 2 a 0. Ainda no primeiro tempo, o Bolton finalmente teve sucesso em uma de suas jogadas de flanco, quando Petrov cruzou rasteiro para Klasnic se antecipar à marcação e marcar, aos 39.
A segunda etapa começou com o terceiro gol do City, logo aos três minutos. Um balão de Milner fez a bola chegar em Dzeko, que ganhou com o corpo da marcação de Knight e bateu na saída do goleiro para ampliar a vantagem dos visitantes.
A partir daí, tudo indicava que o jogo estava definido e que o City caminharia para uma goleada. Os comandados de Mancini aproveitavam espaços abundantes deixados por um Bolton desesperado para empilhar contra-ataques e chances de gol desperdiçadas.
Só que justamente em meio a este momento de predomínio do City, o Bolton diminui mais uma vez o marcador. Aos 17 minutos, Petrov levantou para a área na cobrança de falta e Kevin Davies subiu para cabecear e fazer o segundo do Bolton.
A equipe da casa aproveitou o momento de confiança para partir para cima em busca do empate, sempre apostando na bola aérea. Assim, o jogo ficou aberto e em alta velocidade até os instantes finais, quando finalmente o City conseguiu botar a bola no chão, trocar passes e administrar o placar que construiu.
Gol
Gol Contra
Pênalti
Pênalti errado
Cartão Amarelo
Assistência
Pênalti defendido
Pênalti convertido
Pênalti errado
Cartão Amarelo / Cartão Vermelho
Cartão Vermelho
Substituição IN
Substituição OUT
Contusão
Nota do Goal.com
Melhor em Campo para o Goal.com
Pior em Campo para o Goal.com
Ranking Melhores & Piores
Melhor em Campo para os Fãs
Pior em Campo para os Fãs
Resultados
Times In BRT
Notícias da Partida
Artilheiros
| Jogador | Gols | Pênaltis | |
|---|---|---|---|
|
|
Robin van Persie
Atacante Arsenal |
30 | 2 |
|
|
Wayne Rooney
Atacante Manchester United |
27 | 6 |
|
|
Kun Agüero
Atacante Manchester City |
23 | 3 |
|
|
Aiyegbeni Yakubu
Atacante Blackburn |
17 | 4 |
|
|
Emmanuel Adebayor
Atacante Tottenham |
17 | 3 |
